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Cultura Pop

Aquela banda que todo mundo achava que era o Cranberries ainda existe

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Sixpence None The Richer - Aquela banda que todo mundo achava que era o Cranberries ainda existe

Deve ser EXTREMAMENTE complicado ter que ficar lembrando a todo mundo que sua música é sua, não de outra pessoa. Veja só o caso de Kiss me, música lançada em 1997 pela banda americana Sixpence None The Richer.

Sixpence None The Richer - Aquela banda que todo mundo achava que era o Cranberries ainda existe

Sixpence None The Richer - Aquela banda que todo mundo achava que era o Cranberries ainda existe

Kiss me, que saiu em 1997 e é eternamente lembrada por todo o mundo como sendo um sucesso dos Cranberries, na verdade é do Sixpence None The Richer. Que começou em 1992 no Texas e tem raízes no rock gospel. O nome do grupo (cuja tradução é “seis centavos não deixam ninguém rico”) foi tirado de um livro de teologia chamado Mere christianity, de C.S. Lewis. Até o terceiro disco, que é o que tem Kiss me (e que levava só o nome do grupo no título), Leigh Nash (voz) e Matt Slocum (guitarra e vários instrumentos), os da linha de frente, tinham gravado um par de álbuns de repercussão local por um selinho chamado R.E.X., cujo catálogo incluía bandas de rock e heavy metal cristão.

Uma horinha de prog-metal cristão: esse é o disco Fall babylon fall, do grupo Veni Domine, lançado pela R.E.X. em 1992.

“Gente, eu ouvi isso a vida inteira achando que era Cranberries!”. E você também ouve até hoje (toca em várias rádios adultas) essa versão deles de Don’t dream it’s over, do Crowded House. Sabia que eram eles? Foi o maior hit do quarto disco deles, Divine discontent, de 2002.

O Sixpence tem algumas coisas, de fato, em comum com o Cranberries. E isso além das semelhanças sonoras. As duas bandas posam sentadas em sofás e afins para capas de discos (como você viu lá em cima). E da mesma forma que muita gente foi avisada que os Cranberries ainda existiam quando souberam da morte de Dolores O’Riordan na semana passada, muitos e muitas mal devem saber que o Sixpence ainda circula por aí. O grupo tinha terminado terminou em 2004 – experiências frustantes e obrigatoriedades do sucesso separaram a dupla. Mas Leigh e Matt voltaram em 2007 e gravaram o disco mais recente, Lost in transition, em 2012. Olha eles aí tocando no ano passado num festival dedicado à música dos anos 1990. Um doce para quem adivinhar qual é a música.

Durante o período em que o Sixpence esteve desativado, a cantora Leigh Nash se tornou mãe e gravou um disco de música gospel formal. É esse aí.

Aliás, o Sixpence, no mesmo disco que tem Kiss me, aproveitou para gravar outra música de uma banda-que-é-conhecida-por-uma-só-canção: There she goes, do The La’s (dica do amigo Renato Biao).

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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