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Cultura Pop

Raridade do Pailhead à venda (mas corra pra comprar!)

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Sei lá se vai dar tempo de você pegar esse relançamento, mas o selo Cleopatra Records decidiu disponibilizar trinta cópias da primeira prensagem do único EP do Pailhead, Trait, lançado em 1988. De qualquer jeito, para quem não conseguir comprar ou não tiver grana, tem uma edição em CD de Trait com todas as “obras completas” da banda – que na verdade compreendem apenas oito faixas.

Se você não está ligando o nome às pessoas, vamos lá: Pailhead era um projeto bem louco e bem barulhento que unia ninguém menos que Al Jourgensen, do Ministry, e Ian MacKaye, criador da Dischord Records e de bandas como Minor Threat e Fugazi. O projeto surgiu numa época em que Al estava migrando totalmente para o som industrial e Ian estava interessado em misturas musicais, partindo para o pós-hardcore quebradinho do Fugazi.

“Ian estava em Londres enquanto eu morava lá. Nós dois decidimos que, embora tivéssemos estilos de vida muito diferentes, tínhamos a mesma mentalidade – politicamente, mas também em outras coisas diferentes. Ele me disse: “Nós estamos indo para o mesmo lugar, exceto que você está tomando um táxi e eu estou dirigindo meu próprio carro’. Esse é o relacionamento entre nós. Eu o amo, ele é ótimo”, afirmou Al aqui.

Se você nunca ouviu, pega aí I will refuse, primeiro single do Pailhead. Em outra entrevista, Ian disse que nunca fez shows com o grupo. O Pailhead teve também colaborações de outras ilustres figuras ligadas ao jourgensenverso, como Paul Barker (o “good cop” do Ministry, que deixou a dupla em 2003) e Bill Rieflin. Você acha tudo do Pailhead no Bandcamp do Ministry.

Se valer o que Al escreveu na biografia Ministry: The lost gospels according to Al Jourgensen, escrita por ele em parceria com o jornalista Jan Wiederhorn, o período de existência do Pailhead (entre 1987 e 1988) foi ensanduichado entre uma época em que Al estava doido por uma espécie de anfetamina chamada Wiz, e o período em que ele caiu fundo na heroína, na cocaína e nas drogas psicodélicas. Nesse período, o Ministry já estava contratado pela Sire Records e estava dando passos decisivos além do som dançante dos primeiros singles.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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