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Cultura Pop

Quando James Bond recusou uma música do Pulp (?)

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Deve haver poucas coisas mais fora de sintonia do que a banda de britpop Pulp e o espião James Bond. Mas, sim, o Pulp chegou a, er, encontrar-se com o 007. Ou melhor: chegou a fazer um tema para o filme 007 – 0 amanhã nunca morre, segunda produção da franquia a ser estrelada por Pierce Brosnan, em 1997. Tomorrow never lies, no entanto, acabou sendo recusada pela produção do filme, que preferiu um tema composto por Sheryl Crow.

Na verdade, rolaram umas mudanças entre a música do Blur e a escolha do título. Inspirado na canção Tomorrow never knows, dos Beatles, o filme se chamaria Tomorrow never lies (O amanhã nunca mente, na tradução, mas se tratava de uma referência ao jornal Tomorrow). Rolou um mal-entendido qualquer, e a MGM recebeu uma correspondência chamando o filme de Tomorrow never dies. Só que a cúpula da produtora preferiu o título com erro e acabou batizando o filme dessa forma mesmo.

Jarvis Cocker acusou o golpe quando foi entrevistado para um site de fãs do Pulp, e disse que ficou bastante chateado com a recusa da produtora do filme.

“Foi estranho. Eles criaram uma espécie de situação do American Idol: pediram a cerca de nove artistas diferentes para criar uma música de James Bond. Eles ouviram nove tentativas diferentes de trabalhar ‘o amanhã nunca morre’ em uma letra. Fomos informados na quarta-feira que o prazo era sexta-feira. Consequentemente, fiquei realmente chateado quando eles escolheram a Sheryl Crow”, afirmou.

Caso você não tenha sido um dos espectadores do filme de Bond, tá aí a música da Sheryl.

Por outro lado, alguém fez o favor de recriar o créditos de abertura do filme com a música do Pulp.

E por outro lado, Tomorrow never lies acabou sendo uma música bastante conhecida dos fãs do Pulp, já que apareceu no lado B de um single conhecido, o de Help the aged, em 1997. Anos depois, saiu até numa versão expandida em CD do disco This is hardcore, lançado originalmente naquele mesmo ano.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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