Connect with us

Cultura Pop

Qual era mesmo a do Summer Eletrohits?

Published

on

Qual era mesmo a do Summer Eletrohits?

Provavelmente, para uma turma enorme, essa informação se perdeu no tempo, mas Summer eletrohits era uma série de CDs bastante esperada pela galera que ouvia música pop no começo dos anos 2000. Recentemente, uma galera bem grandinha anda postando nas redes sociais coisas como “agora eu só queria cama, um latão e Summer Eletrohits na caixa de som”, ou “bem que podiam fazer uma festa só com clássicos do Summer Eletrohits”. Já há uma ou outra festa com os hits dessa série rolando por aí e achar playlists nas plataformas digitais com músicas dos CDs não é nada complicado.

Summer eletrohits foi uma série de CDs lançada pela Som Livre em parceria com o programa TVZ, do canal Multishow, que exibe clipes. A série começou em janeiro de 2005 caindo na onda eurodance, com hits como Dragostea din tei, do O-Zone, a versão dance de Seven nation army, do White Stripes, feita pelo Arena, e Can you feel it, de Jean Roch (destaque do primeiro CD a ponto do nome da faixa aparecer na capa). Minha lembrança é a de ver os dois primeiros CDs com destaque nas gôndolas de lançamentos de uma certa loja de departamentos. E a de vários dos hits escolhidos aparecerem em programas como Caldeirão do Huck e até o BBB.

Os CDs que vieram na sequência uniam hits dance-latinos, sucessos do eurodance e um ou outro nome nacional, como a ex-Fama Marina Elali soltando a voz no sucesso One last cry, ou o Kasino com hits como Shake it. O Kasino, hoje cultuado por causa de aparições no Sabadaço, do Gilberto Barros, apareceu duas vezes na série. Shake it também foi da trilha da novela Páginas da vida. Na época, era uma excelente solução para quem escutava música pop e queria desocupar o tempo usado baixando essas mesmas músicas na lan house – ou pegando o som de clipes na TV e passando pra áudio (havia quem fizesse isso).

No primeiro ano da série, foram dois CDs, um no começo, outro no fim de 2005, porque a ideia era que os CDs saíssem no verão. Foi dando certo a ponto de logo em maio de 2006, o primeiro CD da série estar entre os mais vendidos – O Globo colocou o disco numa lista que ainda incluía coletâneas como Perfil, de Ana Carolina, e a trilha da novela América. Por acaso eram discos da Som Livre e eram álbuns bastante úteis numa época em que não havia internet e baixar música da web era sonho pra muita gente.

O Summer eletrohits foi acompanhando o surgimento de novos nomes, como Lady Gaga, Cobra Starship, Desaparecidos, Bruno Mars, The Chainsmokers. Como a Som Livre lançou um selo de música eletrônica, a Austro Music, os discos passaram a sair por esse selo depois de 2017. Chegaram também  sair dois DVDs com (opa) os clipes exibidos no Multishow. O último disco da série trazia nomes como Bhaskar (o irmão do Alok), o recifense Ralk e a DJ e produtora mineira Samhara. E saiu apenas em formato digital.

Agora o que mais interessa é que Summer eletrohits acabou sendo aparentemente a série mais duradoura de coletâneas lançada pela Som Livre. O selo já foi responsável por séries como Excelsior – A máquina do som, Samba suor e ouriço, Sua paz Mundial e Globo de Ouro. A série da TVZ teve 16 discos lançados (alguns deles podem ser ouvidos nas plataformas) e, apesar de muita gente estar em clima total de nostalgia a respeito dela, os discos saíram até 2020. Da pandemia para cá é que não saiu mais nada, embora nunca tenha havido um encerramento oficial.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Published

on

Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading
Advertisement