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Cultura Pop

“Playboy after dark”: Hugh Hefner descobre a psicodelia

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"Playboy after dark": Hugh Hefner descobre a psicodelia

O Playboy after dark foi um programa apresentado por Hugh Hefner que durou pouco tempo – ficou na grade da CBS entre 1969 e 1970 – mas o suficiente para não ser esquecido e para solidificar as relações do dono do império Playboy, morto nesta quarta (27), com a contracultura e a turma roqueira do fim dos anos 1960. Olha só quem fez as playmates e os convidados de Hefner dançarem no programa.

O Steppenwolf esteve por lá e mostrou músicas como Berry rides again.

https://www.youtube.com/watch?v=3gX_pBsGT5Y

O Grand Funk Railroad, na ponta dos cascos, apareceu para mostrar uma de suas melhores músicas do começo da carreira, Mr Limousine driver. Detalhe que não se tratava de jeito nenhum de um “Hugh Hefner tomou ácido”. As bandas apareciam da maneira que queriam no esquema black tie da atração, com direito a um ou outro espectador usando camisa tie dye ou modelo usando roupas com estampas psicodélicas. E Hefner dá uma tropeçada nas palavras antes de anunciar a banda.

O Fleetwood Mac na fase Peter Green passou por lá também.

E rolou mais blues rock com o Canned Heat.

https://www.youtube.com/watch?v=LbmCQ01j7aE

Em fase country e com a formação que gravaria o disco Dr Byrds and Mr Hyde, de 1969 (ou seja, sem David Crosby), os Byrds também foram lá.

Onze minutos de James Brown no programa em 1970, com direito a entrevista.

Hugh Hefner recebe os convidados Sharon Tate e Roman Polanski.

Ike & Tina Turner estiveram lá também.

https://www.youtube.com/watch?v=f7kjOPCxLC0

E esse aí foi o dia em que todo mundo parecia ter tomado LSD no programa. Olha só as dancinhas da turma ao som de In a gadda-da-vida, do Iron Butterfly.

Gente bonita em clima de paquera no dia da violada do Grateful Dead.

O Sweetwater é hoje mais conhecido apenas por ter sido a primeira banda a tocar (e a se arriscar a levar um monte de choques elétricos) no festival de Woodstock, em 1969. Também foram lá (e só por curiosidade, a série Playboy after dark chegou a ser lançada em DVD).

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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