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Cultura Pop

O festival que, em 1985, levou o Sonic Youth para tocar num deserto

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Já pensou que legal se mandar para um deserto no coração da Califórnia para assistir a um show do Sonic Youth? Com direito a uma noitada completada pelo Redd Kross, pelos Meat Puppets e pelo Psi-Com (um banda absolutamente desconhecida, mas liderada por um maluquete que prometia, Perry Farrell)? Em 5 de janeiro de 1985 isso foi possível, graças a um festival pioneiro chamado Gila Monster Jamboree.

O show do Sonic Youth foi até imortalizado num DVD lançado em 1992 pelo selo independente-fã clube do Sonic Youth, o Sonic Death. E tá no YouTube. Foi por sinal o primeiro show da banda na Califórnia. O show foi filmado por uma equipe da revista Flipside.

Esse festival foi uma ideia da turma do Desolation Center, uma turma especializada em “espetáculos de música de guerrilha e de performances artísticas”, que montou eventos pouco usuais no Sul da Califórnia durante os anos 1980. Eram festivais específicos para outsiders e malucos em geral, com certo risco calculado e atrações que passavam por aventuras quase tão malucas quanto as vividas pelo próprio público. A desventuras dessa trupe geraram até mesmo um filme.

No caso do Gila Monster, se você quisesse ir lá, teria que realmente querer ir. A aventura já começava no fato de que você precisava assinar um documento declarando que sabia que o festival envolvia riscos e você absolvia a equipe de qualquer situação perigosa na qual se visse envolvido. O local (e o festival) tinha ar hippie e um clima bem diferente do que o Sonic Youth e seus fãs estavam acostumados. A droga local era o LSD, não a heroína, o risco de ser picado por algum animal esquisito era grande, mas quem ia, ia em busca de aventuras. A biografia Psychic confusion, de Steve Chick, diz que a área do festival era cheia de lugares escorregadios, e que o som, instalado numa colina, era bem ruim.

Lee Ranaldo, do Sonic Youth, escreveu um texto no site da banda sobre a noite, e recordou que “depois de nós vieram os Meat Puppets, que tocaram noite adentro enquanto o frio do deserto se instalava, sob um grande anel ao redor da lua. Bob Bert estava na bateria conosco na época”. Existem uns links rodando por aí de alguns outros shows da noite, inclusive (alguns postados há vários anos em sites como Zippyshare e Rapidshare, só testando).

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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