Cultura Pop
O dia em que Paulo Silvino quis fazer você chorar

Morto na última quinta (17), o comediante Paulo Silvino passou – como é público e notório – por uma enorme porrada em 2 de novembro de 1993. O filho Flávio Silvino sofreu naquele dia um acidente de automóvel gravíssimo – o Voyage que dirigia foi atingido por um carro-forte na estrada de Araruama, na Região dos Lagos, Rio de Janeiro. Ele voltava de uma casa da família em Cabo Frio e estava divulgando um CD que tinha gravado pela Sony com shows pelo país.
Flávio passou um bom tempo em coma. Um drama que vazou para um dos raros momentos em que Paulo Slvino decidiu ser sério na vida – correndo o disco de ser triste. O ator escreveu uma peça chamada Brains, um monólogo que o trazia no palco, esperando a melhora do filho. Numa reportagem da IstoÉ Gente com Flávio, disse que estava aguardando patrocínio para levá-la aos palcos.

Se alguém lembra das poucas reportagens que saíram nos anos 1990 sobre a peça (Paulo falou dela também num papo para a Revista de Domingo, do Jornal do Brasil, em 1994) e ficou curioso de saber se ele levou o texto aos palcos alguma vez, vai aí a informação: isso nunca aconteceu e Paulo simplesmente desistiu da história. Falou isso para mim numa matéria da Billboard Brasil em julho de 2010, em que enfoquei o lado de músico dele.
“Eu jamais faria isso. Já foi chato de escrever, imagina para encenar? Quem andou com essa peça na bagagem foi o (comediante) David Pinheiro, mas nunca mais falei sobre isso com ele. Sei que ele faria muito bem”, disse para mim o humorista na época, afirmando que a peça “começa no dia em que o Flavio levou a porrada e vai até quando ele saiu do coma, um ano depois”. Na época, Silvino tinha planos, ao lado do roteirista Mauricio Sherman, de levar Flávio – que voltara às novelas em Laços de família, de Manoel Carlos, em 2000 – para o humorístico Zorra Total, no mesmo quadro de terror no qual ele fazia o impagável Lobichomem. “Ele vai ser um Frankenstein gato, feito com pedaços dos corpos de vários galãs, vai comer todo mundo… Humor negro, claro”, anunciou (o quadro não chegou a ser feito).
Aliás, se você nem sabia que Flávio Silvino tinha um disco gravado, pega aí as músicas do disco que estão no YouTube.
https://www.youtube.com/watch?v=OH6Hlhg6sJY
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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