Cultura Pop
O dia em que Mara Maravilha, Paralamas do Sucesso e Fausto Silva concorreram ao mesmo troféu

Em 1985, Silvio Santos levava ao ar mais uma edição de seu Troféu Imprensa, prêmio que é concedido até hoje pelo “patrão”. O colecionador de vídeos José Marques Neto, do canal MofoTV (que revive momentos da televisão brasileira), subiu pro YouTube um momento da premiação que é bastante… Bom, “sui generis” é uma maneira de descrevê-lo. Ao prêmio de relevação do ano anterior, concorriam Mara Maravilha (então apenas a jurada “jovem” e sem papas na língua do Show de Calouros), Paralamas do Sucesso e Fausto Silva.
Vão aí alguns momentos escolhidos do vídeo, caso você não tenha saco de ver tudo.
– Caso você não saiba, ou não tenha idade para lembrar, ou não esteja nem aí, Mara Maravilha, então com 16 anos, era conhecida como… Mara Porreta. O motivo: assim como Aracy de Almeida se notabilizou por dar “cinco mangos” para os calouros que ela detestava, Mara dizia que os candidatos dos quais ela gostava eram “porreta”.
– Herbert Vianna faz piada dizendo que os Paralamas “não podem mais de tanta emoção” por terem sido indicados para o Prêmio. Não perca.
– Cenyra Arruda, jornalista, jurada e fotógrafa (a capa de “A divina comédia ou Ando meio desligado”, terceiro LP dos Mutantes, de 1970, tem fotos dela), parabeniza Silvio por lançar um talento novo a cada Troféu Imprensa – se bem que ela mesma joga uma ducha de água fria, vota nos Paralamas do Sucesso e não vota na Mara.
– Nelson Rubens reclama da presença dos Paralamas do Sucesso (“um grupo que foi revelação num festival de rock no Rio de Janeiro”), diz que a “linguagem jovem vem de fora” e parabeniza Mara. Silvio pergunta: “Há sinceridade nisso?”
– Nelson Rubens revela que o iniciante Faustão “tá ganhando 40 milhões de cruzeiros, pra revelação tá muito bom”. “Tá com inveja?”, pergunta o “patrão”. E vota nele.
– Olha só quem andava pelo júri do Troféu Imprensa nessa época: Petrúcio Melo, do impagável Petrúcio Melo Show. Ele faz um discurso incompreensível e Silvio tenta convencê-lo a votar na Mara. Mas ele vota no Faustão.
E assim, Faustão ganhou dos Paralamas e de Mara (que não ganhou nenhum voto).
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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