Cultura Pop
Quatro demos com gravações do Nirvana nos anos 80 surgem no YouTube

O baú de Jimi Hendrix, todo mundo sabe, nunca teve fundo. Já o de Kurt Cobain parece ir pelo mesmo caminho, porque volta e meia aparecem “surpresas” que os fãs e pesquisadores do cantor do Nirvana guardavam a sete chaves. Quatro delas foram essas fitas que surgiram há pouco com gravações inéditas do grupo. Estavam com um amigo dele, John Purkey, que tem uma conta no YouTube com o nome The Observer.
As gravações foram feitas nos anos 1980 e têm versões rascunhadas de músicas que estariam no disco Bleach, de 1989, primeiro da banda. O material foi gravado com Dale Crover (Melvins) na bateria. A fita tem ainda canções que estariam no clássico Nevermind (1991), com Chad Channing na bateria. Um detalhe é que cada fitinha tem, além das músicas, gravações com comentários de Purkey.
PRIMEIRA FITA: “Essa foi a primeira fita que Kurt me deu. A qualidade do som não é perfeita, mas não é ruim. Dá pra ouvir. Paper cuts soa meio estranha no início e era exatamente assim quando Kurt me mostrou. Eu me acostumei. Aos poucos a audição fica limpa”.
Olha o repertório aí: Paper cuts (0:38), Downer (5:03), Beeswax (6:53), Aero Zeppelin (9:52), Floyd the barber (14:36), If you must (17:03), Spank thru (21:12), Mexican seafood (24:57), Pen cap shew (27:06), Montage of heck (30:06)
SEGUNDA FITA: Olha o repertório aí: Blandest (0:47), Mr Moustache (4:37). Sifting instrumental (8:23), Blew (13:51), Spank thru (16:52), Love buzz (early single version?) (20:08), Big cheese (23:55).
TERCEIRA FITA: “Essa foi a fita que ele me deu após eles gravarem as músicas que estariam em Bleach“.
Olha o repertório aí: Intro, Scoff (1:39), Swap meet (6:02), Blew (9:17), Love buzz (12:23), About a girl (16:11), Negative creep (19:27), School (22:02), Big long now (24:50).
QUARTA FITA: “Ele gravou a fita em cópia de alta velocidade. Ouvi a fita no meu carro, voltando pra casa. Polly, Sappy e Lithium me deixaram maluco”.
Olha o repertório aí: Intro, Immodium (0:44), Pay to play (4:04), Sappy (7:39), Polly (11:17), In bloom (14:19), Lithium (mix 6) (19:00), Dive (23:31)
No The Observer, Purkey costuma gravar vídeos falando de fatos relacionados ao Nirvana. Aqui ele agradece a atenção que recebeu do New Musical Express e até do coisa-nossa Tenho Mais Discos Que Amigos. E comenta a entrada do Nirvana no Rock And Roll Hall Of Fame
Aqui, ele resgata um som de uma banda de hardcore na qual ele tocou, o Subvert, lá de Seattle mesmo.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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