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Cultura Pop

Nirvana acústico na Escócia, em 1991

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Nirvana acústico na Escócia, em 1991

Provavelmente vão tirar do ar logo, então aproveite. Subiram para o YouTube um show acústico do Nirvana em 1º de dezembro de 1991, num bar de Edimburgo, na Escócia. O show foi feito para angariar fundos para um hospital infantil. O grupo – ou melhor, a dupla, já que se tratava apenas de Kurt Cobain no violão e Dave Grohl tocando um baixolão emprestado por Krist Novoselic – eram os “convidados muito especiais” de um show que incluía a banda local Joyriders.

Essa gravação tá sendo subida no YouTube desde sexta – e é retirada do YouTube também desde sexta. Mas alguns links ainda estão no ar, como o daí debaixo. Acredita-se que a banda tenha cantado cinco músicas – mas aí só tem Dumb, Polly e Jesus doesn’t want me for a sunbeam.

O site Dangerous Minds dá um pouco da história do show, lembrando que o Nirvana estava em turnê pelo Reino Unido e tocara em 29 de novembro de 1991 em Edimburgo, com abertura das bandas Captain America (que, após um chega-pra-cá da Marvel Comics, mudou de nome para Eugenius) e Shonen Knife. Os Joyriders conheceram o Nirvana e perguntaram se eles queriam tocar na tal data.

Nirvana acústico na Escócia, em 1991

Como o Nirvana já era uma banda bem famosa, o cartaz do evento indicava apenas que eram “convidados especiais”. Na ocasião, Kurt e Grohl foram apresentados como “uma banda chamada Teen Spirit”. Muitos fãs do Nirvana estavam na porta do local por causa dos rumores de que seriam eles os convidados especiais, mas muita gente foi dando no pé. Testemunhas dizem que apenas trinta admiradores do trio de Seattle acabaram assistindo ao show.

A conta do Twitter @livenirvana falou sobre o áudio: “Estávamos tentando rastrear essa gravação por 15 anos. Chegamos a achar que ela não existisse. E ela existe! Obrigado a todos os envolvidos”.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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