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Cultura Pop

Nick Lowe casando (de verdade!) no clipe de Cruel To Be Kind

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Nick Lowe casando (de verdade!) no clipe de Cruel To Be Kind

Presente na lista de clipes que foram exibidos no primeiro dia da MTV, em 1º de agosto de 1981, Cruel to be kind, do cantor e compositor inglês Nick Lowe, é um dos vídeos musicais mais simpáticos já feitos no mundo.

Nick Lowe casando (de verdade!) no clipe de Cruel To Be Kind

Se você nunca viu o clipe nem ouviu a música, pega aí.

Pra começar a fofura, Nick – astro do power pop revelado nos anos 1970 pelo selo independente Stiff e pela banda Rockpile – resolveu gravar boa parte do clipe durante seu casamento. O cantor se casou em 18 de agosto de 1979 com a cantora Carlene Carter, filha do primeiro matrimônio de June Carter, mulher de Johnny Cash.

Nick Lowe casando (de verdade!) no clipe de Cruel To Be Kind

A boda rolou no Tropicana Motel, em West Hollywood, e parte da recepção (com direito às famílias de Nick e Carlene presentes) foi parar no clipe. Nick chegou até atrasado à cerimônia por causa das filmagens.

Nem tudo do clipe é o casório de Lowe, já que logo no comecinho tem cenas em que ele se junta à sua banda para cantar a música, e depois parte numa limusine para a festa. O compositor e cantor Dave Edmunds é o motorista que leva Lowe. Terry Williams, baterista do Rockpile, faz o fotógrafo da cerimônia. Billy Bremner, também do Rockpile e das bandas solo de Lowe e Edmunds, é o cara que faz o bolo da festa – e aparece metendo a mão no glacê na frente do casal. O empresário do cantor, Jake Rivera, é o padrinho. Edmunds chegou a lembrar que a gravação foi bem divertida, bem como o clima da banda. “Nunca tivemos nenhum desentendimento, era um pequeno clube nosso”, contou.

O kit de bateria usado pela banda de Lowe, curiosamente, não tem nem o nome dele nem o do Rockpile. Sem bateria disponível para a gravação, eles precisaram se virar com o de uma banda chamada The Textones.

É o grupo aí de baixo. Quem tocava nessa banda era Kathy Valentine, que depois faria parte das Go-Go’s. Vacation, das Go-Go’s, já estava no repertório das Textones.

Cruel to be kind foi o oitavo single de Lowe e fez parte do segundo disco do cantor, Labour of lust (1979), que trazia toda a formação do Rockpile, sua banda, mas era tido como um álbum solo seu.

A música havia sido feita para uma banda anterior da qual Lowe fez parte, o Brinsley Schwarz. Era um grupo de pub rock liderado por um guitarrista (o tal do Brinsley Schwarz). Lowe era o baixista. A canção chegou a ser gravada pelo grupo em 1974, mas a gravação só chegou a público no ano passado, no disco It’s all over now.

Apesar da fofura da música e do clipe, vai aí uma notícia chata: o casamento de Lowe com Carlene não durou muito. Foi só até 1990. Nick foi o terceiro marido da cantora, que já tinha filhos de uniões anteriores. Mas Lowe casou de novo em 2008 com a designer e DJ Peta Waddington. Antes de oficializar a união, o casal já tinha até um filho, Roy, nascido em 2005.

Aproveite e pegue aí Nick Lowe cantando seu hit no ano passado. Lowe continua dando shows e fazendo participações em discos e apresentações de outros artistas. Ultimamente está em turnê com a banda Los Straitjackets.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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