Cultura Pop
Muppets em clima de Os Saltimbancos

O conto Os músicos de Bremen, dos irmãos Grimm, deu origem a uma série de adaptações no mundo todo. A mais conhecida no Brasil é a tradução da versão italiana, I musicanti (de Sergio Bardotti e Luis Enríquez Bacalov) feita por Chico Buarque e que ganhou o nome de Os Saltimbancos. A história dos quatro animais explorados numa fazenda já teve versões bem mais malucas. Inclusive uma versão de ficção científica feita no Japão em 1981, Bremen 4: Angels in Hell, que conta a história de um alienígena que visita Bremen e encontra o galo, o burro, o cachorro e o gato, e dá a eles um dispositivo para transformá-los em humanos.
E ainda teve a versão dos Muppets, que saiu em 26 de abril de 1972, foi exibida na TV e se chamou The Muppet Musicians of Bremen. Só que o programa tinha algumas diferenças da história original. Pra começar, o enredo todo se passa bem longe de Bremen, na Alemanha, e vai até duas fazendas lamacentas no interior de Lousiana, onde os donos são dois pobres desgraçados que maltratam dois animais em vias de serem sacrificados, um burro e um galo. Os dois fogem das fazendas enquanto é possível.

Os encontros com a gata e o cachorro rolam da maneira mais, er, deprê possível, com a gata numa lápide (!!) esperando a morte e o cachorro reclamando que foi jogado pela janela pelo seu dono. Os instrumentos musicais aparecem na história após terem sido roubados pelo burro junto de seu dono, o tal fazendeiro que o maltratava. E a história tem um narrador muito especial que às vezes até participa e interage com os animais: ninguém menos que Caco, O Sapo, que abre mostrando como os bichos estão desanimados com o dia a dia sulista e com o comportamento abusivo dos donos das fazendas.
O resultado sai bem mais sarcástico do que se esperaria de uma versão de Os Saltimbancos, por sinal, e bem legal. Um detalhe interessante é que a gata, o cachorro e o galo acabaram agradando tanto que apareceram em alguns episódios dos Muppets. E todos ressurgiram em revistas em quadrinhos da série. Um tempo depois Muppets Musiciais of Bremen saiu em VHS e DVD com o nome de Tales from MuppetLand: The Muppet Musicians of Bremen
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.

































