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Cultura Pop

Há vinte anos, o Planet Hemp aterrorizava na capa da Mad

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A prisão do Planet Hemp em 10 de novembro de 1997, em Brasília, rendeu capas de jornal, de revista, horários em programas de TV… e a capa da versão brasileira da Mad. O número 136, de janeiro de 1998, fazia graça com a prisão e a liberação do grupo. E e botava o baixista Formigão e os rappers Marcelo D2 e Gustavo Black Alien na capa, ao lado do malucão Alfred Neuman (personagem-assinatura da revista, que aparecia na capa cheirando folhas de maconha) e do Garoto Enxaqueca. Que, se você não lembra, era um personagem famoso no Brasil no fim dos anos 1990 por causa de um desenho que passava na MTV.

Em 1998, o Planet Hemp na capa da Mad

Se você quer ter uma ideia de como era o imaginário pop do Brasil há vinte anos, essas eram as drogas das quais a Mad aconselhava você a manter distância. Essa era a ilustração da contracapa da revista. Atualize a lista aí nos comments.

Em 1998, o Planet Hemp na capa da Mad

O editor da revista, Ota, voltava depois de onze anos com seu famoso Relatório Ota das Drogas, dessa vez atualizado e incluindo algumas substâncias novas.

Em 1998, o Planet Hemp na capa da Mad

E essas eram as tirinhas da revista sobre a prisão do grupo, escritas por Marcelo Martinez.

Em 1998, o Planet Hemp na capa da Mad Em 1998, o Planet Hemp na capa da Mad Em 1998, o Planet Hemp na capa da Mad Em 1998, o Planet Hemp na capa da Mad

Ota, editor da versão verde-e-amarela da revista, diz que a paródia do Planet Hemp foi a única vez em que os chefes americanos implicaram com o filhote brasileiro.

Há vinte anos, o Planet Hemp aterrorizava na capa da Mad

E o Planet Hemp ganha em breve uma biografia, escrita pelo jornalista Pedro de Luna. Leia mais aqui.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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