Connect with us

Cultura Pop

Maconha pra ouvir, numa playlist

Published

on

Só músicas em homenagem à maconha, numa playlist

Sem trilha sonora para as 4h20 desta quarta-feira (ou de qualquer dia da semana no qual você esteja lendo este texto)? Bom, um jornalista carioca chamado Fabiano Moreira resolve seu problema. Isso porque ele fez uma playlist só de canções feitas em homenagem à maconha, ou que fazem referência à própria. E aliás, o nome não poderia ser outro: Tem alguém queimando coisa.

“Eu comecei a fazer essa pesquisa faz tempo, um amigo vai fazer (ou ia) um filme com a temática, e coloquei tudo na playlist quando o projeto dele estancou”, conta Fabiano, que não sabe se os artistas relacionados lá sabem a respeito da playlist. “Provavelmente não sabem. Sempre vou acrescentando coisas lá. Por exemplo: Verdinha da Ludmilla já tem, Melô da amônia do De Leve também”, conta.

Entre os clássicos da playlist, Fumacê, dos Golden Boys. Por sinal, um dos irmãos do grupo me garantiu numa entrevista que essa música não tem nada a ver com a erva. “A inspiração veio de uma vizinha que queimava folhas no quintal”, afirmou o golden boy (não me lembro mais qual).

Claro que tem A semente, do Bezerra da Silva, sobre um pé de maconha que cresceu milagrosamente num quintal. Outro dia, por sinal, falamos da ocasião em que o sambista apresentou essa música num programa infantil.

Tiroleite, dos Mutantes (mas creditada apenas a Rita Lee), propõe a contemplação das nuvens no céu e da grama a brotar.

Tem essa aí, lançada numa época na qual ficou impossível escapar do assunto “maconha” em música (1997).

Em 1996, o Pavilhão 9 lançou seu primeiro clipe, o de Apaga o baseado. Na época, o parceiro de Rhossi nos vocais era o rapper Camburão, que solta a voz na música inteira. Hoje, esse clipe aí ia dar mais dores de cabeça do que fama à banda. Na época, poucos viram.

Pega a playlist aí.

Veja também no POP FANTASMA:
– Fizeram a playlist definitiva de boogie brasileiro

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Published

on

Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading
Advertisement