Cultura Pop
Mac Sabbath anuncia turnê com Galactic Empire para 2018

Conhecido por fazerem uma paródia que mistura o universo do Black Sabbath com o das comidas fast-food, o Mac Sabbath lançou em 2017 seu primeiro material gravado, Pair-a-buns – uma brincadeira com Paranoid. O grupo foi formado na Califórnia, existe desde 2014 e tem na formação os notáveis Ronald Osbourne (voz), Slayer MacCheeze (guitarra), Grimalice (baixo) e Catburgler (bateria). E têm em seu repertório peças como Frying man (em cima de Iron man), Sweet beef (zoação com Sweet leaf), Never say diet (brincadeirinha com Never say die) e Zipping up the uniform (um Symptom of the universe para os “funcionários do mês” da rede de fast food).
Olha Pair-a-buns aí.
Depois que virou viral, Mac Sabbath passou a excursionar por todo o mundo e ganhou até muitos elogios. No começo de 2018, vem aí uma turnê com a banda de nerd metal Galactic Empire. Olha aí o cartaz da turnê.

O grupo só sentiu necessidade de lançar material há pouco tempo e estava mais focado na gozação dos shows. Um detalhe engraçado sobre eles é que a banda adora formatos obsoletos. Pair-a-buns saiu em flexidisc (!), e veio como brinde de uma revista personalizada para colorir. Como se fosse um brinde clássico do próprio McDonalds, por sinal.
Mike Odd, empresário e representante do grupo em algumas entrevistas, afirmou que estava tendo dificuldades com o cantor Ronald justamente por causa disso. “Você tem a questão da tecnologia como algo com o qual tem que lidar, certo? E Ronald quer lançar um disco em fita de 8 pistas (risos). Fui conferir e sabe o que acontece? Ninguém mais produz nem fitas de 8 pistas, nem gravadores”, contou ao Consequence Of Sound.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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