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Cultura Pop

O especial renegado de Paul McCartney em 1973

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James Paul McCartney: O especial renegado de Paul McCartney em 1973

A situação estava bem caótica para Paul McCartney em 1973. A Northern Songs, que ele tinha criado com John Lennon, o empresário dos Beatles Brian Epstein (morto em 1967) e o editor musical Dick James estava havia quatro anos na mão da ATV Music Publishing. Após a morte de Epstein, James havia vendido suas cotas sua parte para a empresa sem nem avisar aos ex-sócios. Um processo que deu muita dor de cabeça para o ex-beatle e acabou desembocando na compra, em 1985, do catálogo de Lennon & McCartney por Michael Jackson. Essa história toda é esmiuiçada com detalhes em “A batalha pela alma dos Beatles”, de Peter Doggett, lançado aqui já há algum tempo pela editora Nossa Cultura e ainda disponível – se você nunca leu, corra atrás.

Um fruto bizarro dessas dores de cabeça de Paul nos anos 1970 pode ser assistido no YouTube e é o especial “James Paul McCartney”, que foi ao ar em 16 de abril de 1973 justamente pela ATV. Foi o primeiro programa de TV que foi ao ar tendo Paul como protagonista desde “Magical mystery tour”, telefilme dos Beatles de 1967. Paul tomou um horror tão grande desse especial – cujo resultado traz momentos até bastante interessantes – que ele jamais foi editado em DVD saiu em DVD em 2018 como parte da caixa Red Rose Speedway, um ano depois da publicação deste texto. Confira aí.

Em 30 de abril de 1973, Paul e os Wings lançariam o disco “Red Rose speedway”, daí a presença de músicas como “My love”, “Big barn bed” e outras – mas também tem “Bluebird”, “Michelle”, “Blackbird” e até um medley de músicas dos Beatles cantado por fãs nas ruas, além do clipe de “Live and let die”. Tem também imagens de Liverpool em 1973 com narração de Paul, que vai até um apertadíssimo pub local, ao lado de Linda McCartney e dos Wings (Denny Laine, Henry McCullough e Denny Seiwell) para um encontro de sua família. Um dos convidados – para surpresa do cantor – é seu pai James, que estava com 70 anos naquela época.

Na época do programa, Paul estava em batalha havia dois anos com Sir Lew Grade, dono da ATV, que não gostava do fato do cantor compor músicas com sua mulher Linda (alegava que ela nunca tinha sido compositora antes). E por uma exigência da empresa, Paul e John Lennon deveriam continuar a compor juntos até 1973 – coisa que nunca rolou, como se sabe. O programa acabou encerrando parte da briga e engordando o faturamento do ex-beatle com mais royalties.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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