Cultura Pop
Iron Maiden: Bruce Dickinson canta Paul Di’Anno

Quando Bruce Dickinson apresentou-se para os primeiros ensaios com o Iron Maiden, lembra-se de ter encontrado uma banda fragilizada, aos pedaços e sem ânimo. O vocalista dos dois primeiros discos, Paul Di’Anno, tinha sido demitido recentemente, e pediram a Bruce que aprendesse quatro músicas do Maiden para ensaiar – ele acabou aprendendo todas. Após uma ida ao estúdio para cantar as tais quatro músicas, ele ficou com a vaga e acabou partindo para os primeiros shows com o grupo.
Paul tinha sido demitido no finzinho da turnê Killer e coube a Bruce entrar no que já estava delineado. O cantor se apresentou pela primeira vez num show em Bolonha, na Itália, em 26 de outubro de 1981 e faria mais quatro datas no país, nas quatro noites subsequentes, encerrando com uma apresentação no PalaLido, em Milão. E um detalhe básico sobre essas cinco noites é que cabia de fato a Bruce pôr voz no que Paul Di’Anno já vinha cantando, inclusive em letras feitas pelo próprio ex-vocalista. O futuro cantor de músicas como The number of the beast não pôde apresentar nada de novo.
Tem uns piratões dessa fase. Olha aí o do show do PalaLido.
Depois a banda deu um tempo e, em 15 de novembro de 1981, voltou com um show no Rainbow Theatre, em Londres (o local trazia lembranças meio bizarras a Bruce, que gravara lá um vídeo com sua ex-banda, o Samson). Lá, pela primeira vez, apareceram músicas da fase seguinte, como 22 Acacia Avenue e Children of the damned.
Via Van do Halen (e com infos do livro Bruce Dickinson – Uma autobiografia: Para que serve esse botão?)
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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