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Cultura Pop

Umas palavrinhas sobre o INVISÍVEL, nosso podcast

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Você já ouviu o Invisível? Se não ouviu, vamos lá: o Invisível é o podcast deste site, o Pop Fantasma. Vai para a web toda quinta-feira ao meio-dia, após algumas mudanças de horário. Costuma girar em torno de uma hora, e traz uma espécie de trilha sonora semanal do site, com as músicas que aparecem nas matérias que eu publico, além de novidades, raridades e um ou outro hit que eu estou a fim de tocar, e pronto. Estamos na edição 66 e, por uma questão de precisar poupar tempo, a edição 67 já tá gravada.

O Invisível não é um podcast comum: ele tem estrutura de programa de rádio. Eu passo um bom tempo escrevendo os textos do programa, faço toda a locução, edito, penso nas músicas de abertura (é uma a cada edição), estou começando a pensar de levinho em vinhetas. E ele funciona como uma espécie de mixtape super desenvolvida, com explicações sobre as músicas, links com as matérias do site, etc.

De modo geral eu prefiro até deixar de lado o termo “podcast” e focar em coisas que realmente expliquem o que o programa é. Daí falo em mixtape, trilha sonora semanal, etc. Porque é meio por aí mesmo – ele é uma trilha do site, para acompanhar a leitura. Eu poderia focar apenas numa playlist do Spotify (vai ter), mas a ideia é brincar um pouco de rádio, ainda mais nessa época em que todo mundo reclama que o rádio não tem nada que preste. Fazer o roteiro, pesquisar, narrar, etc. E, de acordo com um conceito que eu pensei lááá atrás, o Pop Fantasma meio que jpa funciona com dinâmica de rádio.

Eu nunca havia falado disso aqui por pura falta de tempo, mas vamos lá: o Invisível também está presente em três webradios. Sim, porque se você se irrita muito com o que as rádios andam tocando, tem uma galera aí botando som direto na web, ou em arquivos do Mixcloud, ou do Soundcloud. No caso do Invisível, ele está na Mutante Radio às quintas 23h (reprise às sextas 22h), na Rádio Graviola às sextas 19h (reprise segunda 22h) e na Cult FM às sextas 21h (reprises domingo 15h, segunda 21h e quarta 15h).

Eu se fosse você parava para dar uma olhada em tudo que essa rádios andam divulgando. Cada uma delas tem sua própria característica e programas diferentes, comandados por DJs, radialistas, jornalistas etc. Tem muita coisa bacana, até prefiro nem citar nada para não correr o risco de esquecer alguém.

Vão rolar outros projetos envolvendo rádio – e envolvendo tirar o Pop Fantasma do ambiente puramente online – assim que eu tiver um tempo. Mas isso aí já é o principal: você pelo menos pode ouvir sobre o que está lendo aqui no site. Se você já se sentir um pouco mais envolvido com o site a partir disso, já ganhei o dia.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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