Cultura Pop
Imagens dos Sex Pistols enfurecendo a Rainha Elizabeth II

Fuçando o YouTube, dá para achar alguns vídeos de um dos momentos mais bizarros e curiosos da história do rock e do punk: aquela vez em que os Sex Pistols resolveram afrontar a recém-falecida Rainha Elizabeth II a bordo de um barco no Rio Tâmisa, no dia em que se encerravam as comemorações do Jubileu de Prata da coroação da monarca.
Na época, claro, os Pistols já haviam lançado o single God save the queen, que dizia coisas como “a rainha não é um ser humano”. A música já havia chegado ao segundo lugar nas paradas britânicas. A BBC deu uma boicotada na música e ainda por cima havia rolado uma alegada proibição dos Pistols de se apresentar em solo britânico. Veio daí a ideia de subir num barco a bordo do Rio Tâmisa para comemorar o lançamento do single. Só que o tal lançamento rolou no dia 7 de junho de 1977 – exatamente o dia em que rolou a tal comemoração do jubileu. Detalhe é que o navio no qual os Sex Pistols estavam embarcados se chamava “Queen Elizabeth”.
Uma vez lá dentro, os Pistols tocaram músicas como Anarchy in the UK, Pretty vacant e a própria God save the queen – aliás, esperaram passar na frente do prédio do Parlamento Britânico, em Westminster, para que o show começasse. Claro que não teria outro fim pra uma história dessas: o barco foi cercado por embarcações da polícia, e onze pessoas foram presas – Vivienne Westwood, mulher do empresário Malcolm McLaren, foi uma das encarceradas. Malcolm resolveu apontar o dedo para os policiais e chamar todos de “bastardos fascistas de merda”. Apanhou e foi preso. No fim das contas, sucesso: God save the queen vendeu 50 mil cópias e só foi impedida de chegar ao primeiro lugar por causa da regravação de Rod Stewart de The first cut is the deepest, de Cat Stevens. E as imagens estão aí.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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