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Cultura Pop

Elke entrevista Jorge Lafond num talk show do SBT

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Cara, é MUITA informação para o nosso pobre cérebro. A primeira: Elke Maravilha teve um talk show no SBT em 1993, chamado Elke. A segunda: num dos programas, o entrevistado foi ninguém menos que Jorge Lafond, ex-coadjuvante dos Trapalhões, ator de novelas globais como Sassaricando e, por aqueles tempos, a Vera Verão de A Praça é nossa. Ao lado de Jorge e da anfitriã, ninguém menos que Carlos Alberto de Nóbrega, comandante da Praça.

Curiosidade: Jorge já abre o papo dizendo que “tem levado uns puxões de orelha” de Nóbrega “por causa de umas declarações que estou dando em entrevistas por aí afora”. Elke pede para abafar o assunto e pergunta sobre a careca lustrosa de Lafond, que revela raspar a cabeça apenas às segundas, “que é o dia de gravar a Praça”. Ok, depois Elke insere a história de um coronel que queria raptar Lafond – que sempre falou bastante de sua vida sexual em entrevistas, mas garante que o problema todo com Cazalbé foi por causa de um amigo.

O ator também conta que cursou Educação Física na Universidade Castelo Branco e teatro na Uni-Rio, e passou a raspar a cabeça quando levou trote na faculdade. “Eu tinha um black maravilhoso e a turminha da Penha raspava a cabeça e fiquei careca”, lembra. Elke aproveita o clima e pergunta se ele sempre foi assumido. “Sempre fiz a linha gayzinho, mas comportado. Depois de velho é que chutei o balde”, conta o ator, que estava para estrear um show chamado Vera Verão em concerto, em que cantava “de tudo, até o homem dos outros”. Lafond também fala sobre o preconceito com negros e gays. “E eu além de ser negro, sou homossexual e artista”, conta.

Aliás, olha a chamada do programa aí.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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