Cultura Pop
E lá vem o Blur com novidades: single, capa de disco, show

Finalmente o retorno do Blur vai rolar de verdade: o grupo lançou nesta quinta (18) o novo single, The narcissist. Nesta sexta (19), tem show da banda no Colchester Arts Center, em Colchester, cidade natal da banda britânica, marcando o início de uma curta série de apresentações de “aquecimento” do Blur, antes da turnê. E a banda aproveitou o lançamento do single para anunciar que vai lançar seu primeiro álbum desde The magic whip, de 2015. É The ballad of Darren, que sai no dia 21 de julho pela Parlophone, e é o nono álbum deles. Olha a capa do disco aí, trazendo uma imagem clicada pelo fotógrafo britânico Martin Parr.
The ballad of Darren foi produzido por James Ford (que recentemente produziu Memento mori, do Depeche Mode e co-produziu That! Feels good!, de Jessie Ware) e gravado no Studio 13, em Londres e Devon. “Este é um registro de reflexão e comentários sobre onde nos encontramos agora”, diz em comunicado da banda o cantor Damon Albarn, que recentemente lançou um disco do Gorillaz, seu projeto virtual, Cracker island. O guitarrista Graham Coxon afirma que “quanto mais velhos e loucos ficamos, torna-se mais essencial que o que tocamos seja carregado com a emoção e a intenção corretas. Às vezes, apenas um riff não faz o trabalho”.
O baixista Alex James complementa dizendo que “para que qualquer relacionamento de longo prazo dure com algum significado, devemos ser capazes de surpreender um ao outro de alguma forma e todos nós continuamos a fazer isso”. Já o baterista Dave Rowntree afirma: “Sempre parece muito natural fazermos música juntos. A cada disco que fazemos, o processo revela algo novo sobre nós e nos desenvolvemos como banda”.
O primeiro show da turnê de verdade do Blur foi anunciado em novembro de 2022: em 8 de julho o grupo se apresenta na Wembley Arena comemorando os trinta anos do disco Parklife (1994). Os ingressos para este show já estão esgotados. O quarteto estava afastado das turnês desde 2015, embora houvesse feito uma apresentação especial em 29 de março de 2019 para um evento da organização Africa Express, produzido por Albarn. E resta saber se essa tal história que rolou na tarde de hoje sobre um suposto show deles e do Cure no Primavera Sound de Buenos Aires é verdadeira (ao que tudo indica, foi só uma arte feita por fã)…
Segue a lista de músicas do disco:
The ballad
St Charles Square
Barbaric
Russian strings
The everglades (For Leonard)
The narcissist
Goodbye Albert
Far away island
Avalon
The heights
E essa é The narcissist.
Foto Blur: Reuben Bastienne-Lewis/Divulgação
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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