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Cultura Pop

Debbie Harry fazendo propaganda de jeans em 1980

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Debbie Harry fazendo propaganda de jeans em 1980

No fim dos anos 1970 e começo dos 1980, rolou uma modinha de artistas fazerem propagandas de calças jeans – numa época em que o tecido já havia passado da fase de virar “roupa jovem” e tinha virado uma peça pop, que servia para tudo e teoricamente merecia estar no armário de todo o mundo.

Brooke Shields fez uma propaganda ~ousada~ para a Calvin Klein e a GV, de Gloria Vanderbilt (lançada por Mohan Murjani, um magnata da fabricação e do comércio de roupas nos EUA, Reino Unido e Ásia), chamou ninguém menos que Debbie Harry para fazer comerciais de TV e aparecer em revistas.

Debbie Harry fazendo propaganda de jeans em 1980

Os dois comerciais com Debbie Harry saíram em 1980 e, para a campanha, a cantora do Blondie só gravou um filme (como a turma da publicidade gosta de chamar os reclames). Para a outra, posou para uma série de fotos, e uma delas apareceu até na capa da famosa Bizz sobre new wave, da qual já falamos por aqui. No tal filmete que ela fez, Debbie deu uma repaginada no visual e ficou parecendo (er) uma Patti Smith loura.

Ah, sim, no primeiro filme, ela passa por um muro cheio de pichações de Jean-Michel Basquiat e chega numa festa num cocó esqusito em que rolam participações especiais de John Lurie (Lounge Lizards, tocando sax), da estilista Anya Phillips e de James Chance (Contortions).

Veja também no POP FANTASMA:
– Aquela música do Blondie que você adora, era na verdade do The Nerves
– Quando Debbie Harry quase fez um filme com Robert Fripp, e gravou David Bowie com ele
Aquela vez em que Debbie Harry escapou do serial killer Ted Bundy
– Debbie Harry no TV Party ensinando a dançar o pogo
– Blondie: Debbie Harry clicada por Chris Stein, na Punk Magazine
Gary Lachman: o lado ocultista do ex-baixista do Blondie

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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