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Cultura Pop

O que David Bowie estava fazendo na sua idade?

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Luv Ice Lolly: David Bowie na guerra de sorvetes em 1969

O objetivo do site What did David Bowie do at your age? (“o que David Bowie estava fazendo quando tinha a sua idade?”) não é constranger ninguém. O criador da página avisa que a ideia é incentivar as pessoas a, seja lá qual foi a idade em que elas estejam, pararem de ver o copo meio vazio.

“Essa página é para celebrar David Bowie e incentivar as pessoas a saírem da zona de conforto e começarem a fazer merda por aí”, escreveram lá. Enfim, buscando no site por idades diferentes, você consegue descobrir por lá o que é que o cantor de Space oddity fazia a ano de sua vida.

Isso aí é o que ele fazia na minha idade, 45 anos.

“Ele casou-se com sua segunda esposa, a supermodelo somaliana Iman”.

Já aos 50 anos, em 1997, Bowie estava criando uma maneira de tornar os fãs acionistas de sua obra, por intermédio dos Bowie Bonds. Era um título de renda fixa que tinha como garantia o fluxo dos royalties dos shows e discos dele.

Hoje em dia, com as plataformas digitais e as mudanças cruciais nos modelos de negócios da música, esse tipo de aplicação daria sérias dores de cabeça a uma turma enorme, e talvez ao próprio cantor. Seja como for, o artista saiu da aventura com os bolsos cheios (levou mais de 55 milhões de dólares). Em seguida, conseguiu comprar os direitos de seu antigo catálogo.

Aos 27 anos, idade em que muito rockstar está entrando para um clube meio esquisito, Bowie estava criando algo que, no futuro, daria polêmica. Por causa de uns movimentos que fazia com os pés, para frente e para trás, durante os shows da tour de Diamond dogs (1974), o artista foi apontado, já na era do YouTube, como o verdadeiro popularizador do moonwalk. Pois é: aquele passo de dança “para trás” que Michael Jackson fez na gravação do especial de 25 anos da Motown, em 1983. E que, a bem da verdade, já era feito por atores dançarinos desde os anos 1930.

Aqui tem um papo de fãs bem interessante a respeito disso (em inglês).

Aos 42 anos, idade em que Elvis Presley morreu, o artista se permitiu um renascimento. Ou entrou na maior roubada da sua vida profissional, você escolhe. Em 1989, o cantor formou o Tin Machine, banda na qual era só mais um dos integrantes, ao lado do guitarrista Reeves Gabrels, do baixista Tony Sales e do baterista Hunt Sales.

O grupo fazia um som mais aparentado do hard rock. Por acaso, na época em que o estilo ganhava um reposicionamento no mercado. Também apresentou Bowie a um novo público, apesar de desagradar alguns fãs da antiga. No fim, o Tin Machine lançou só dois discos e Bowie voltou a se concentrar em seu próprio trabalho. Seja como for, sonoridades da banda ecoariam bastante em grupos como Stone Temple Pilots e o próprio Guns N Roses.

Bowie 65. Em 2012, ao chegar à idade em que, pelas leis brasileiras, poderia pagar meia-entrada e pegar ônibus de graça, o cantor andava sumido. O site só aponta que ele foi visto pegando um táxi. O que de fato aconteceu, já que fotografaram Bowie nas ruas de Nova York com o braço levantado. Foi o ano das quatro décadas do clássico The rise and fall of Ziggy Stardust and thr Spiders From Mars, por sinal.

Ah sim: se tiver curiosidade de colocar na busca a idade “69”, tente não se emocionar.

“Dois dias após seu aniversário de 69 anos e o lançamento do álbum Blackstar ?, David Bowie faleceu. Seu legado e seu caráter inspirador, no entanto, sempre viverão através da música”.

Veja também no POP FANTASMA:
Jogaram na internet Love you till tuesday, filme de David Bowie feito em 1968
Nile Rodgers conta a história de Let’s dance, de David Bowie
– Quando fizeram drinques inspirados em David Bowie para uma exposição
– Quando David Bowie se engajou na campanha para Little Richard ganhar um Grammy

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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