Cultura Pop
Dare To Believe: jogaram no YouTube episódios de um dos seriados mais malucos do mundo

Alguém jogou no YouTube episódios de um dos programas mais malucos já exibidos pela TV em todos os tempos. Dare to believe (Ouse acreditar) ia ao ar na ITV, no Reino Unido, entre 2002 e 2004. Era exibido num horário em que não traria maiores problemas à grade de programação: sempre nas primeiras horas da manhã. Se fosse para o ar no horário nobre, quebraria qualquer estação de TV. Apesar de ser vendido por aí como “comédia”, pouca coisa fazia realmente sentido na atração.
O site Reprobate Press deu uma recordada na atração e a classificou como tendo sido um programa de público-alvo bem específico: insones e seres humanos que chegavam de alguma balada no pub. Enquanto você se curava de algum porre ou lamentava por não ter conseguido pregar a porra do olho a noite toda, podia conferir gags que pareciam interrompidas pela metade, objetos piscando com a frase “o que é isso?”, um canteiro de obras com a frase “desculpe: o mundo é maluco”, e várias imagens tremidas.
Outro quadro bizarro: uma mini-atração chamada “aprenda xadrez” abria com um cara em trajes mínimos, dando vários golpes com uma pá na cabeça de um coitado que tentava falar num megafone (!).
Pra piorar só um pouco: o slogan do programa era “voe como um rato, corra como uma almofada, seja como uma pequena estante”. Patrick Allen, conhecido ator e dublador inglês, morto em 2006, fazia vozes e aparições na atração.
Boa parte do material do programa não é exatamente feito para rir – mas tudo é realizado num contexto tão dadaísta e bizarro que acaba parecendo engraçado. Obviamente Dare to believe não fez sucesso, saiu rapidinho da grade da ITV e, muita gente que viu, no máximo se recorda de não ter entendido direito a que hora era para rir.
Um sujeito é tão fã do programa que arrumou imagens de bastidores do Dare to believe e pôs num vídeo, incluindo várias descrições de personagens e esquetes recorrentes, como o do Agua Moose Man. Possivelmente esse seriado é maluco o suficiente para nunca conseguir virar atração da Netflix. Aproveite tudo o que estiver no YouTube.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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