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Cultura Pop

Aquela vez em que o Sonic Youth descobriu a Ucrânia

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Adivinha só quem andou dando uns pulos lá por Kiev, capital da Ucrânia, mas bem antes dessa guerra escrota que está rolando por lá? Em 14 de abril de 1989, o Sonic Youth estava fazendo uma turnê pela União Soviética, e passou por Kiev para uma apresentação. Era uma época em que essa região era bastante isolada do resto do mundo, e tanto shows de artistas do universo pop quando lançamentos de discos eram episódios a serem comemorados.

O Sonic Youth tinha bastante trabalho pela frente: a turnê de seu disco mais bem sucedido até então, o duplo Daydream nation (1988), avançava. Em Kiev, o grupo tocou num centro de recreação local e teve sua apresentação aberta por uma banda local de sucesso, a Vopli Vidoplyasova. Mas segundo esse site aqui, que traz uma série de fotos da noite, o SY era desconhecido na Ucrânia a ponto de nem todo mundo se animar para assistir ao show deles: assim que a banda de abertura deixou o palco, dois terços do público deram no pé rapidinho.

Aliás, o site ainda por cima escuta algumas pessoas que foram ao show. O músico e produtor Vasily Tkach, por exemplo, diz que nem sabia direito que banda era aquela. “Os ingressos foram entregues a um colega de classe por pais que estavam diretamente envolvidos no Komsomol (organização juvenil do Partido Comunista da União Soviética). Ele próprio não se interessava particularmente por música”, conta ele, que tinha uma banda pós-punk e idolatrava o Vopli Vidoplyasova. Um outro músico, Sergei Popovich, disse que não gostou muito do show. “Não funcionou muito bem para mim ao vivo, era alto e parecia heavy metal”, contou.

De recordações em áudio e vídeo da passagem do Sonic Youth lá pela Cortina de Ferro, tem esse vídeo abaixo, com o show deles na Lituânia, no comecinho daquele mês…

…. e tem um disco gravado ao vivo em Moscou.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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