Cultura Pop
Aquela vez em que a turma do hardcore de Nova York invadiu um talk show matinal

Hardcore na TV matinal, já imaginou? Teve, em 1986. E dá para ver a cara de desespero do apresentador Regis Philbin, da ABC, quando uma das entrevistadas de seu show da manhã – a sensacional Natalie Jacobson, hoje escritora e musicista – fica bastante irritada com o tratamento que a geração 1980 do punk rock recebia de muita gente graúda.
Regis, apresentador de um talk show matinal ao lado de Kathie Lee Gifford, resolveu perguntar aos garotos que criavam a cena hardcore de Nova York, convidados da atração, porque eles eram assim, porque se vestiam assim, se rolava certa revolta contra o sistema, os pais, etc, e disse que havia lido algo sobre essa turma na New York Magazine. O nome “hardcore” só foi aparecer dada uma certa altura do bate-papo e até então eles eram tratados como “punks” mesmo.
O problema é que a galera ficou extremamente irritada com a tal matéria da New York, escrita por Peter Blauner (dá pra ler aqui). Natalie, então namorada de Jimmy Gestapo, do Murphy’s Law (clássica banda da cena hardcore local) dá uma enfrentada no apresentador e ainda chama Phil Donahue (âncora que Philbin sucedeu na grade da ABC) de “ridículo”. Kathie tenta contemporizar dizendo que basicamente existe curiosidade porque o grupo tem características em comum, como tatuagens pelo corpo, etc. “Mas eu não tenho tatuagem nenhuma!”, reclama Natalie, que lá pelas tantas faz um discurso dizendo que “não queremos ser rotulados”.
O papo ainda inclui o saudoso Todd Youth, que tocou em bandas como Murphy’s Law, Warzone e Danzig. Na época, Todd tinha apenas 16 anos. Evidentemente a turma tem que responder o inevitável questionamento sobre se há drogas na cena hardcore (negam). Tá aí embaixo, infelizmente sem legendas e com a turma toda falando bem rápido.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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