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Cultura Pop

Anarchic System e Pop Concerto Orchestra: o rock dos produtores de Richard Clayderman

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Anarchic System e Pop Concerto Orchestra: o rock dos produtores de Richard ClaydermanPouco antes de escreverem a romântica Ballade pour Adeline e fazerem um pianista chamado Richard Clayderman estourar, os compositores e produtores franceses Olivier Toussaint e Paul de Senneville estavam mais envolvidos com rock. Na real, com uma espécie de (tirei essa definição de um site francês que não me recordo mais qual é) yin e yang do rock. Os dois produziam, compunham e cuidavam de modo geral do Anarchic System, essa turma aí de cima que mais parece um Steppenwolf falando com biquinho. E da Pop Concerto Orchestra, que fez bastante sucesso não apenas na França como em vários outros países.

Até mesmo no Brasil. Olha eles aí na trilha sonora da novela O primeiro amor, de 1972, com Pop Concerto show.

Erlon Chaves fez uma versão dessa música e juntou com Summer holiday, do brazucão Terry Winter.

Teve essa aqui também, Hey Hey.

O Anarchic System, apesar da pose toda da foto ali de cima, estava mais para uma mescla de power pop com Creedence Clearwater Revival. Em 1975 marcaram época, na França, com uma música de 19 minutos, Generation. Ouve aí.

Se bem que o primeiro hit dessa turma, assim que começaram a trabalhar com Senneville, foi… uma versão nova de Popcorn, de Gershon Kingsley, lançada em 1972. Você já andou lendo sobre Gershon e sobre Popcorn aqui no POP FANTASMA.

Além dessa versão, tinha mais. Carmen Brasilia, música deles lançada em 1973 era, tipo assim, BASTANTE parecida com Popcorn. Isso foi pouco antes do Anarchic System assumir sua faceta mais (opa) anárquica.

Em 1975, Senneville e Toussaint juntaram essa turma toda (Pop Concerto e Anarchic System) na trilha do filme Un linceul n’a pas de poches, de J.P. Mocky. Levaram junto um best seller da produtora da dupla, o trompetista Jean Claude Borelly, que naquele ano bateu recordes de vendagem com Dolannes melodie, incluída em várias versões no disco da trilha. A versão com flauta de pã (nossa!) entrou na trilha de Pecado capital (1975), da Rede Globo. Era usada em toda e qualquer cena romântica da novela. E é a música de vários casais que namoravam ensandecidamente por aqueles tempos.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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