Connect with us

Cultura Pop

Show do Anal Cunt no parque: venha e traga sua família

Published

on

Show do Anal Cunt no parque: venha e traga sua família

Localizado na região de Brandywine, em Maryland, Estados Unidos, o Wilmer’s Park faz parte da geografia da cultura pop norte-americana. E isso desde os anos 1960. Essa reportagem do Washington Post (em inglês) mostra tudo.

O parque já deu abrigo a aulas de dança (há seis décadas, ritmos como cha-cha-cha e twist estavam entre os mais populares num salão de festas localizado lá), a bandas da região (de rock, blues, etc), a comunidades hippies, a grupos de rap, à turma da música eletrônica etc. O Grateful Dead e seus fãs costumavam comemorar aniversários do líder Jerry Garcia no Wilmer’s Park, mesmo depois de sua morte. E várias turmas locais se encontravam por lá nos fins de semana.

Dos anos 1980 até a década passada, o Wilmer’s Park – cujo nome vem de seu fundador Arthur Wilmer, morto em 1999 aos 86 – também abrigou muitos shows de bandas de punk, hard rock e heavy metal. Sepultura, Napalm Death e Sick Of It All dividiram datas por lá em 1991 na célebre tour New titans on the block. Agnostic Front levou seu crossover para a região em 1992.

Essa é a banda de doom metal Unortodox aterrorizando geral por lá em 1993. Atualmente, o Wilmer’s Park não tem tido mais shows (aqui você confere fotos e infos do local).

E esse aí é o grindcore pesadíssimo e berradíssimo do Anal Cunt, tocando no Wilmer’s Park num inocente sábado de manhã (ou de tarde) em 1993. Mal consigo imaginar as caras dos frequentadores da região indo dar um passeinho por lá e encontrando uma apresentação de uma banda dessas, com um nome desses (não, não vamos traduzir, vá no Google).

Destaque para a atuação do saudoso vocalista Seth Putnam, que…

… após alguns segundos de calmaria e papos com a plateia, agacha-se e começa a urrar feito um demônio (vá direto aqui)

… após um pulo na plateia, tenta subir de volta para o palco e não consegue (vá direto aqui)

… dá uma cambalhota no palco, se vê sem microfone, mas não perde a pose (vá direto aqui)

… perde a paciência (ao lado do baterista Tim Morse) com “fãs” que xingavam a banda da plateia (vá direto aqui)

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Published

on

Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading
Advertisement