Cultura Pop
Alf o ETeimoso passou um tempão preso

Séries de TV que tiveram finais forçados por causa de cancelamentos de contrato, ou outros “motivos de força maior”, são bastante comuns na história da televisão. No caso de Alf O ETeimoso, uma promessa quebrada fez com que o ET, popularíssimo no Brasil durante os anos 1980 (quando teve suas aventuras exibidas pela Rede Globo), amargasse uma “prisão” de seis anos.
Como assim? Bom, naquele que acabou sendo o último episódio da série, Consider me gone, levado ao ar em 24 de março de 1990, Alf consegue, usando um rádio de ondas curtas, bater um papo com o antigo amigo Skip e a namorada Rhonda. Ambos estavam lá no planeta de onde ele veio, Melmac. Os dois amigos compraram um novo planeta, querem criar uma nova Melmac e precisam que Alf deixe o Planeta Terra o quanto antes e se junte a eles. Alf diz tchau aos Tanners, família que o adotou na Terra, e parte para encontrar os dois. Mas tudo dá errado. O extraterrestre acaba preso pela Divisão de Caça aos Aliens, da polícia. Se você nunca assistiu a esse episódio, tem o finalzinho aí.
Isso tudo aí de cima aconteceu na quarta temporada da série. E teria sido resolvido na quinta temporada, que estava para ser filmada. Só que o canal NBC, que prometera mais uma etapa à empresa Alien Productions – criadora das aventuras do ET – acabou descumprindo a promessa e retirou o apoio. Alf acabou aí, sem que nenhuma explicação fosse dada aos fãs. A melecada só foi resolvida em 1996 com um filme feito para a TV, Project Alf, em que mostrava o que tinha sido feito com o ET. Ele fora preso por um coronel fascistão interpretado por Martin Sheen. Olha o filme aí, só que dividido em várias partes.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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