Cultura Pop
Alan Wagner: muito além do “tome banho no meu leite”

Um tempo atrás, aqui no POP FANTASMA, falamos de um cartaz que apareceu pendurado em postes nas ruas de Los Angeles, oferecendo um serviço bizarro: TOME BANHO NO MEU LEITE. É o da foto abaixo.

O tal cartaz, você leu por aqui, é um viral maluco feito por um sujeito chamado Alan Wagner, comediante, publicitário e editor de vídeos. Segundo o próprio, tudo começou quando uma empresa de bebidas pediu-lhe para criar um meme para a campanha de um refrigerante. Wagner veio com a ideia do “banho de leite”, a empresa odiou e ele resolveu criar tudo por conta própria só por diversão.
Pois é, o tal “banho de leite” não é a única criação maluca de Wagner. Ele é especialista em criar cartazes – igualmente espalhados por Los Angeles – engraçados ou perturbadores, oferecendo serviços completamente fora da casinha. Se eu encontrar um ser humano que recrutou os serviços de Wagner para boa parte do que está aí embaixo, mudo de calçada. Confira aí.

“Imitador de carros – posso imitar qualquer veículo”

“Posso cortar qualquer coisa pela metade”

“Umbigo constantemente sangrando”

“Clube das armas e da areia – gostamos de armas, do barulho alto e da chegada da bala – gostamos de areia, de como a sentimos, de seu gosto (!) e rolamos nela!”

“Encontramos isso – não devolveremos – não nos contate – nosso telefone é…”

“Eu vou cantar para você – apenas eu e mais uma pessoa (nada de grupos e eventos) – canções originais sobre a lua e as estrelas – nunca ouvido antes – eu vou pagar a você por isso (!)”

“Atenção: eu te recompensarei com um cachorro se você puder me ensinar a tocar trobmone (!!)”

“Em alguns momentos você precisa de dois homens – somos dois homens, somos corpulentos e vamos fazer o que você quiser”

“Eu cheiro poeira – ponho todos os tipos de poeira num saco e aspiro – me faz sentir como uma super mulher – me ligue se você tiver poeira para eu respirar, ou se quiser me convencer a parar – Atenção: eu faço isso (eca)”.

“Treino de avô”

“Eu vacino qualquer coisa – avós? um cachorro? sapatos? um cachorro? – desenvolvi vacinas contra qualquer doença, incluindo febre de cavalo, gripe de cavalo e mania de cavalo (!) – se eu puder colocar minha agulha em algo, vou vacinar”
Via Sad and Useless
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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