Cultura Pop
Aamok: o Natal maníaco do produtor alemão Conny Plank

Esse Papai Noel assassino aí estampa a capa de um dos singles de Natal mais estranhos já lançados. Aamok foi lançado em 1973 por um selo de mesmo nome, e as informações sobre ele são bem escassas. Sabe-se, no entanto, que quem está por trás dele é ninguém menos que Conny Plank, o produtor alemão que responsabilizou-se por discos de Kraftwerk, Neu!, Eurythmics, Ultravox e outros nomes.
Conny, ao lado de um sujeito chamado Wilken F. Muller, foi sócio da Aamok, que era um selinho maluco lançado por uma gravadora de rock progressivo, a Spiegelei. Os vinis da Spiegelei, numa espécie de referência à Apple, dos Beatles, traziam um belo ovo frito (era o que significava o nome da gravadora em alemão, enfim). Saiu até uma coletânea do Black Sabbath por esse selo, que vale um precinho até bem camarada em sites de usados.

Já a Aamok fez basicamente lançamentos promocionais, incluindo um LP que compilava várias produções feitas por Conny Plank – entre elas, Ruckzuck, do Kraftwerk, e faixas de Neu!, Tomorrow’s Gift, Guru Guru e Andy Marx.

E o tal single do Aamok (a banda, não a gravadora) é isso aí.
O disquinho tem duas canções. Deutsches Weihnachts-Potpourri é uma zoação infernal com Noite feliz, e traz alguém (talvez Conny Plank) berrando a letra original alucinadamente. Já Silence in the night, outra gracinha com o tema de Natal, traz quase três minutos de silêncio. No final, alguém – talvez Wilken – dá adeus.
O disquinho saiu também por um selo alemão chamado Linda (!). E foi lançado na França pela Philips.

Feliz Natal e, se você precisava de uma trilha sonora para aporrinhar a ceia da família, resolvemos seu problema.
Veja também no POP FANTASMA:
– Olha o Conny Plank aí, gente!
– Lembra da curtíssima fase punk do Ultravox?
– Aquela vez em que o Kraftwerk… plagiou os Beach Boys?
– E quando o Kraftwerk gravou Pocket calculator em italiano?
– Aquela vez em que o Saara Saara tocou Kraftwerk
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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