Cultura Pop
A versão pouco conhecida de Rebel Rebel, do David Bowie

Muita gente mal lembra disso (ou mal sabe disso) mas houve uma versão alternativa de Rebel rebel, de David Bowie, lançada apenas em compacto nos Estados Unidos. A canção lançada por Bowie no disco Diamond dogs (1974) é tida por muita gente como “o último lançamento glam” do cantor, mas cai pra cima da onda pré-punk. Aliás, o próprio Bowie toca guitarra na música, fazendo um riff que poderia estar num disco de Lou Reed. O que poderia estar num disco dos Rolling Stones, mas se a banda adotasse uma configuração um tanto mais suja que o normal.
A “versão 2” de Rebel rebel, por sua vez, é a mesma gravação publicada por Bowie no álbum, só que com algumas diferenças. Para começar, tem percussões tocadas por Geoff MacCormack, colaborador do cantor durante vários anos. Isso deixa o som até um pouco mais próximo do T. Rex de discos como Electric warrior (1971). Mas além disso rolam uns backing vocals diferentes, e a mixagem deu uma alterada nada leve no som de guitarra. Logo na abertura, sons de castanholas (!) e o “hot tramp, I love you so” do refrão.
Essa versão passou vários anos sumida, até ser relançada na caixa Sound + vision (1989), e, anos depois, numa reedição expandida de Diamond dogs.
>>> Veja também no POP FANTASMA: Várias coisas que você já sabia sobre The man who sold the world, de David Bowie
A versão do álbum é essa aí.
A versão do disco ao vivo David Live (1974) segue o arranjo do compacto americano (e acrescenta toques até mais latinos à versão nova).
A versão de Rebel rebel lançada em single na Inglaterra tem mixagem diferente. E põe mais foco nos vocais de abertura e na percussão. Também é mais curta. Foi a que saiu em várias coletâneas do cantor.
Via Dangerous Minds
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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