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Cultura Pop

4 discos: Herb Alpert

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4 discos: Herb Alpert

No começo dos anos 1960, quando já tinha feito algumas tentativas de se dar bem como compositor, como músico de jazz e até como ator (fez uma ponta em nada menos que Os Dez Mandamentos, de Cecil B. de Mille, em 1956), o trompetista californiano Herb Alpert teve uma revelação. Foi a Tijuana, no México, assistiu a uma tourada e ficou impressionado com a reação do público, com os toques das trombetas e com as bandas no estilo mariachi que levantavam as plateias locais.

Assim, nesse esquema de ultra-apropriação cultural, surgiu um projeto musical que, nos primeiros anos, era basicamente uma banda de proveta, lançada por um selo iniciante: Herb Alpert & The Tijuana Brass, cujo primeiro single, The lonely bull, saiu em 1962 pelo selo recém-criado A&M (de Alpert e Jerry Moss, o A e o M do nome). A faixa-título fez sucesso a ponto de Herb, cujo “Tijuana Brass” era só ele mesmo fazendo vários overdubs de trompete, decidir montar uma banda de verdade e excursionar pelo mundo.

Apelidado ironicamente de “ameriachi”, o som de Herb e seu grupo foi sendo desenvolvido ao mesmo tempo em que a A&M brigava por uma colocação no mercado: o selo inicialmente funcionava na garagem de Alpert e tinha pouquíssimos funcionários. O selo foi crescendo, mas com relação a carreira de Herb, nem sempre a coisa dava certo – Marching thru Madrid, o segundo single (1963), apanhou feio nas paradas e, quando a beatlemania começou, parecia não haver mais saída.

A solução? Unir o tal tom mexicano de araque com versões easy-listening de sucessos do pop e até da música brasileira. Daí ninguém ficou imune a Whipped cream & other delights (1965), quarto álbum de Herb & Tijuana Brass. Com o tempo, viriam releituras de A banda (Chico Buarque), Sá Marina (Antonio Adolfo, Tibério Gaspar), My heart belongs to daddy (Cole Porter) e até Monday, monday (The Mamas & The Papas). A ligação com a música brasileira não vinha à toa: em 1966, Herb contratou para a A&M ninguém menos que Sergio Mendes e seu grupo Brasil 66 (e ao lado de Jerry Moss, produziu aquela versão de Sergio pra Mas que nada, de Jorge Ben, que virou hit).

Discussões sobre se os discos de Herb Alpert são cafonas ou não, costumam virar a noite – mas o músico criou um estilo, virou um patrimônio da música e, aos 87 anos, permanece na ativa. Em 2013, ganhou um Grammy na categoria melhor disco pop instrumental, pelo álbum Steppin out. Em 2020, ganhou um documentário, Herb Alpert is, de John Scheinfeld. Em setembro de 2022, saiu um novo disco do músico, Sunny side of the street. E seguem aí quatro discos que você precisa MUITO ouvir de Herb (que por sinal está em turnê com a esposa Lani Hall).

“WHIPPED CREAM & OTHER DELIGHTS”(Herb Alpert & The Tijuana Brass, A&M, 1965). Já falamos desse disco na introdução, mas não dava pra não falar novamente. O primeiro grande sucesso não apenas de Herb como da A&M meteu medo até nos Beatles – que mesmo com Rubber soul lançado, viram o álbum do trompetista chegar aos primeiros lugares.

Herb e seu grupo largaram quase que completamente as imitações de música mexicana. Lançaram um disco cuja capa, além de fazer sucesso, foi extremamente parodiada, e voltaram com um repertório que ia de A taste of honey (gravado pelos Beatles em 1963) e Love potion nº 9 (The Searchers) a Lemon tree (aquele tema que foi inspirado por/inspirou-se em Meu limão, meu limoeiro, sucesso de Wilson Simonal). Boa parte desse repertório tem clima jazzístico, brincalhão, sexy e, por vezes, meio circense – tanto que você já viu músicas como Whipped cream sonorizando programas humorísticos várias vezes.

“THE BEAT OF THE BRASS” (Herb Alpert & The Tijuana Brass, A&M, 1968). Em 22 de abril de 1968, Herb e sua banda apresentavam um especial de TV na CBS, que tinha como conceito “o beat da América”. O décimo álbum da turma trazia uma sonoridade algo nostálgica se comparada ao pop da época (e antes que você pergunte, nem mesmo a onda Sgt Pepper’s animou o alegre Herb a dar uma de “psicodélico”). E investia também em canções com arranjos de tom abrasileirado-latino, como em Panama (Julius Wechter) e na versão do tema do musical Cabaret.

No final, uma novidade: Herb solta a voz na balada This guy’s in love with you, de Burt Bacharach e Hal David, maior hit do disco. Uma canção romântica, nostálgica, ampla musicalmente a ponto de anos depois, acabar sendo não lá muito discretamente chupada pelo Led Zeppelin (em Down by the seaside, do disco Physical graffiti, de 1975).

“HERB ALPERT & HUGH MASEKELA” (A&M/Horizon, 1978). Em 1978, sem a companhia do nome “Tijuana Brass”, ostentando um bigodão de filme policial e acompanhado de músicos como Lee Ritenour (guitarra), Paulinho da Costa (percussão), Tommy Tedesco (violão), a esposa Lani Hall (voz) e Caiphus Semenya (arranjos), Herb dividiu um grande disco com o trompetista e pai do jazz sul-africano Hugh Masekela.

O som une o easy listening de Alpert com jazz, sons afrolatinos, funk, células de disco music e música brasileira – o baião jazz-instrumental Limite das águas, de Edu Lobo, aparece com o nome mudado para Lobo. Músicas como Skokiaan, Happy Hanna, Ring bell e African summer são para ouvir com o volume no 10. A parceria dos dois ainda geraria um disco ao vivo naquele mesmo ano, Main event.

“RISE” (Herb Alpert, A&M, 1979). Precisando de um bombril na carreira havia um bom tempo, Alpert fechava os anos 1970 com seu maior sucesso desde 1968: a música Rise, escrita por seu sobrinho, Randy “Badazz” Alpert, ao lado de Andy Armer, um jazzista que, durante os anos 1990, passaria a se dedicar a temas para videogames. Não era um hit qualquer: em pleno fim da era disco, o tema instrumental ganhou uma versão 12 polegadas – com quase oito minutos – que fez sucesso e acabou vazando para o álbum Rise. E os DJs descobriam Alpert.

Saiu até um clipe da faixa, com Herb e Lani dançando, batendo palmas junto com os músicos (a canção, um sonho olivettiano, tem batidas dadas por palmas) e caminhando com uma trupe de dançarinos à beira da praia, num clima que seria copiado à exaustão pelos musicais do Fantástico. Em 1997, o rapper Notorious B.I.G. faria sucesso sampleando a faixa no hit Hipnotize.

Cultura Pop

Relembrando: New Model Army, “Vengeance” (1984)

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Relembrando: New Model Army, "Vengeance" (1984)

O New Model Army é dessas bandas originalmente ligadas ao pós-punk que, por associações, acabam sendo vistas como ligadas ao rock gótico e até ao metal. O grupo britânico, que acaba de passar pelo Brasil, sempre teve um público banger forte, e até mesmo o Sepultura releu sua música The hunt no disco Chaos AD, de 1993.

Igualmente, a sonoridade deles sempre se prestou várias definições. Esteve também próxima do punk, do pós-punk e até de uma certa renovação do folk-rock britânico. Mesmo que o som do grupo fosse marcado por palhetadas de guitarra e baixo, e por sonoridade ágil, o caráter “de protesto” das letras do vocalista e guitarrista Justin Sullivan sempre apareceu na frente, o que aproxima a banda do tom pastoril dos bardos de voz-e-violão.

Vengeance, primeiro álbum da banda britânica (selo Abstract, 4 de abril de 1984), já trazia todo esse receituário sonoro, além de outros elementos. O instrumento mais ouvido nas músicas do disco, e o que dava até mais identidade à banda na época, era o baixo de Stuart Morrow, principal parceiro de Justin nas composições. Morrow praticamente revirava as canções do avesso, inserindo solos tribais de baixo, e dando um aspecto jazz-funk-disco até mesmo aos momentos mais punk da banda. Ele deixou o grupo em 1985 e até hoje há quem diga que, mesmo com o sucesso que o New Model Army alcançaria depois, sua fase foi a melhor.

Existe certa discussão até hoje sobre se Vengeance é um álbum ou não – por ter duração reduzida e apenas oito faixas, ele foi entendido na Inglaterra como mini-LP até ser acrescido, em 1987, de mais nove faixas de compactos. Como LP curto (e gravado em sete dias!), é cheio de personalidade, feito numa época em que o grupo era um trio – além de Justin e Stuart havia Rob Heaton (bateria) – e com letras que pareciam prever desgraças futuras.

É o caso de Christian militia, de versos como “a milícia cristã está marchando agora/o ódio faz a adrenalina fluir (…)/aí vêm os cristãos, uma multidão histérica/adorando o diabo em nome de deus”. Ou A liberal education, uma pregação contra os anos de Ronald Reagan/Margaret Thatcher, que diz: “tire nossa história/tire nossos heróis/tire nossos valores”. Havia também Spirit of the Falklands, evocando a Guerra das Malvinas (“homens mortos no Atlântico Sul/é para aquecer nossos corações/eles pensam que morreram por você e por mim”).

Musicalmente, o tom punk e ágil das melodias era acompanhado pelo baixo marcial e palhetado de Stuart, e pelos vocais angustiados de Justin – como em Notice me, no punk classudo de Smalltown England, no tom quase folk-punk de A liberal education e no clima de guerrilha urbana de Vengeance e Sex (The black angel). Um disco feito para incomodar poderosos e abrir caminhos. Tanto que o segundo álbum, No rest for the wicked (1985), já saiu pela EMI.

Morrow, depois disso, deixou o grupo, e o New Model Army voltou como quarteto em The ghost of Cain (1986), o disco da famigerada 51st state – uma apropriação feita pelo NMA de uma canção gravada originalmente por uma banda chamada The Shakes, e que mais do que se tornar o maior sucesso do grupo britânico, ofuscou boa parte de seu trabalho anterior e posterior. Mesmo perdendo parte do brilho em discos posteriores (até pelas variadas mudanças de formação), o grupo se tornou com o passar dos tempos uma reencarnação do espírito combativo do punk original – o “rock de combate” do qual o Clash falava, em estado puro.

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Cinema

In-Edit Brasil 2024: 15 filmes que você não deve perder

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In-Edit Brasil 2024: 15 filmes que você não deve perder

Pena que o festival In-Edit Brasil, dedicado a documentários musicais, só rola em São Paulo. A 16ª edição do evento começa nesta quarta (12), vai até o dia 23, e acontece em diversas salas (com sessões gratuitas e até R$ 10), com mais de 60 filmes na programação, de diversos países. Além da variedade musical que sempre acontece todos os anos, muitos filmes só serão exibidos no Brasil graças ao festival, que já entrou para a lista de eventos favoritos de todo mundo que é viciado em música (e em detalhes sobre história da música, que são o combustível do evento).

Você fica sabendo de tudo que rola na edição 2024 do In-Edit aqui. Dá vontade, claro, de assistir aos 60 filmes, mas segue aí uma listinha bem pessoal de 15 produções que ninguém deve perder. Importante: plataformas parceiras do festival irão exibir alguns filmes – confira toda a programação delas aqui. E nem só de cinema vive o In-Edit: o festival tem uma prograação paralela que inclui encontros, master classes, debates, apresentações musicais exclusivas, sessões comentadas, a tradicional Feira de Vinil e, pela primeira vez, uma Feira de Livros, com centenas de títulos sobre música e cinema a preços especiais.

Devo
Chris Smith | Estados Unidos | 2024 | 95’
Poucas bandas conseguiram unir a crítica social e os hits radiofônicos como o Devo. Surgida em Ohio, a banda começou a se infiltrar na cultura pop americana com o hit Whip it. Sua história é contada através de um turbilhão de imagens de arquivo lo-fi, sequências de imagens rápidas e um ritmo vertiginoso. Filme de abertura do In-Edit Brasil 2024.

Black Future, Eu Sou O Rio
Paulo Severo | Brasil | 2023 | 77’
Eu sou o Rio, álbum de estreia do Black Future, esteve em todas as listas de melhores lançamentos de 1988. Sucesso de crítica, foi ignorado pelo público e nunca foi relançado. Com entrevistas feitas aos vinte anos de lançamento do disco, seus ex-integrantes e pessoas próximas esmiúçam a história da banda.

Black Rio! Black Power!
Emílio Domingos | Brasil | 2023 | 75′
Emílio Domingos se debruça sobre a cena dos bailes black surgida no Rio de Janeiro nos anos 1970. Com depoimentos de Dom Filó, figura fundamental no surgimento da cena, e de outros personagens, conhecemos uma história de afirmação que levava milhares de jovens pretos para dançar e cantar: “I’m black and I’m proud!”

Luiz Melodia – No Coração Do Brasil
Alessandra Dorgan | Brasil | 2024 | 85′
Injustamente taxado como “maldito”, Luiz Melodia foi um dos maiores artistas surgidos no Brasil. Através de diversas imagens de arquivo, ele conta sua trajetória, desde a infância nos morros do Rio de Janeiro, o início da música, passando pelo sucesso radiofônico, os conflitos com gravadoras e com o showbiz.

O Homem Crocodilo
Rodrigo Grota | Brasil | 2024 | 84’
Um dos expoentes da Vanguarda Paulistana, Arrigo Barnabé é o foco desse filme-experimento que aborda seus anos em Londrina, antes de se mudar para São Paulo. Com uma mistura de interferência sonoras e visuais, o diretor Rodrigo Grota apresenta o inconsciente estético na obra do criador de Clara Crocodilo.

Germano Mathias – O Catedrático Do Samba
Caue Angeli e Hernani de Oliveira Ramos | Brasil | 2023 | 70’
O paulista Germano Mathias se tornou ícone de um estilo musical que misturava muita malandragem e poesia. No filme, acompanhamos Germano contando sua vida, trajetória e nos trazendo lembranças de uma cidade que, se não existe mais, ainda está oculta de nossos olhares distraídos.

Moog
Hans Fjellestad| Estados Unidos| 2003| 70’
Robert Moog dedicou sua vida a pesquisar e difundir instrumentos eletrônicos, especialmente os sintetizadores modulares. Neste documentário, essa figura lendária compartilha suas ideias sobre criatividade, design, interatividade e espiritualidade. Filme vencedor do In-Edit Barcelona 2004.

Na Terra De Marlboro
Cavi Borges | Brasil | 2024 | 50’
DJ Marlboro é, para muitos, o criador do funk carioca e até hoje é um dos principais divulgadores do gênero. Habitué do In-Edit Brasil, o diretor Cavi Borges conta sua trajetória com depoimentos dados pelo próprio Marlboro e muitas imagens de arquivo.

Carlos
Rudy Valdez | Estados Unidos | 2023 | 87 min
O filme narra a vida do virtuoso guitarrista Carlos Santana, desde a infância até o estrelato internacional, entrelaçando entrevistas com o protagonista e sua família com imagens de arquivo recém-descobertas, além de sua lendária apresentação em Woodstock.

In Restless Dreams: The Music Of Paul Simon
Alex Gibney | Estados Unidos | 2023 | 210’
O diretor Alex Gibney nos convida a uma profunda viagem através do universo de Paul Simon. Enquanto acompanha a gravação do novo álbum do artista, Seven psalms, o filme traz uma longa narrativa sobre sua carreira, iniciada ao lado do cantor Art Garfunkel, e sua vida pessoal.

Joan Baez: I Am A Noise
Karen O’Connor, Miri Navasky, Maeve O’Boyle | Estados Unidos | 2023 | 113’
Joan Baez esteve na primeira linha do folk norte-americano em seu momento mais vibrante. Figura presente nas manifestações pelos direitos humanos, esteve ao lado de Bob Dylan, em uma relação pouco entendida. Aos 80 anos, ela conta suas memórias, faz algumas confissões e fala de sua vida atual.

Karen Carpenter: Starving For Perfection
Randy Martin | Estados Unidos |2023 | 99’
Karen Carpenter ajudou a fazer a banda The Carpenters um dos grupos pop de maior sucesso dos anos 1970. Sofrendo de anorexia nervosa e bulimia, faleceu aos 32 anos. Este filme nos mostra sua busca pela perfeição e a dinâmica familiar que a levou ao seu trágico destino.

Let the Canary Sing
Alison Ellwood | Estados Unidos, Reino Unido | 2023 | 96’
Documentário vigoroso e alegre sobre a estrela pop dos anos 1980, Cyndi Lauper. Desde as suas origens humildes até à criação da sua própria personalidade de palco – excêntrica, desbocada e deliberadamente ingénua – que a catapultou para a fama.

Simple Minds: Everything Is Possible
Joss Crowley | Reino Unido | 2023 | 88’
Simple Minds é um dos ícones do rock dos anos 1980, mas poucos conhecem a história de amizade por trás de tudo. Da infância pobre em Glasgow, aos palcos mais famosos do mundo, Jim Kerr e Charlie Burchill sempre estiveram juntos. Além deles, diversos astros da música contam o impacto do grupo em suas vidas.

The Stones & Brian Jones
Nick Broomfield | Reino Unido | 2023 | 93′
Brian Jones tinha muitas facetas e ninguém ficava indiferente a ele. Neste documentário, o aclamado diretor Nick Broomfield desvenda a história do ícone dos Rolling Stones que terminou misteriosamente seus dias no fundo de uma piscina, com apenas 27 anos de idade.

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Cultura Pop

O comecinho do Weezer no nosso podcast

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O comecinho do Weezer no nosso podcast

Muita coisa que você nem imaginava que poderia virar letra de música foi parar nas canções do Weezer – uma banda cujo primeiro disco, epônimo (conhecido como The blue album) completou recentemente 30 anos, e cujo começo de trajetória foi marcado por histórias bastante estrepitosas. O quarteto liderado por Rivers Cuomo teve lá seus momentos de rejeição do sucesso, por pouco não apresentou uma ópera-rock como segundo disco e traz em seu DNA uma mescla de atitude geek e sonoridade pesada – quase metaleira, em alguns momentos.

Hoje no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento, damos um sobrevoo na fase inicial do grupo e lembramos as histórias dos discos Weezer (1994) e Pinkerton (1996), e o que rolou antes dos dois discos, e entre uma coisa e outra. Ouça no volume máximo, como você ouviria um disco deles.

Século 21 no podcast: Brian Dunne e Reolamos.

Estamos no Castbox, no Mixcloud, no Spotify, no Deezer e no Google Podcasts. 

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução da capa do primeiro disco do Weezer). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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