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Cultura Pop

Quarenta anos do primeiro disco de Bjork

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Quarenta anos do primeiro disco de Bjork.

Em 2017 tem quarenta anos de punk, da morte de Elvis Presley… e do primeiro disco de Bjork. Em setembro de 1977, há quatro décadas, ela estava colocando os últimos vocais naquele que é seu primeiro verdadeiro disco, Bjork, lançado por um selo da Islândia (Fálkinn), que praticamente só existiu para lançar esse disco. Na época, Bjork era uma menina de onze anos, cantava e tocava flauta no disco, e tinha colaborações do seu padrasto, Sævar Árnason, que tocava bateria, e da mãe, Hildur Hauksdóttir, que fez essa capa haribol que você vê acima.

Tem uma única música no disco feita por Bjork – e é um tema instrumental meio psicodélico feio em homenagem a um pintor islandês chamado Jóhannes Kjarval. Na época, ela já compunha bastante e chegou a dizer que achava estranho receber dinheiro e assinar um contrato para trabalhar músicas que não eram dela.

https://www.youtube.com/watch?v=idcVNKEWtyg

No mais, são músicas feitas para ela com exclusividade e algumas covers. The fool on the hill, dos Beatles, virou Álfur út úr hólBúkolla é You kiss is sweet, de Stevie Wonder.

https://www.youtube.com/watch?v=Clp-q08jzwk

Fúsi hreindýr foi uma das músicas feitas para Bjork cantar.

https://www.youtube.com/watch?v=1D7gvi3NUNI

E esse disco não teria existido se Bjork não tivesse resolvido gravar, um ano antes, uma versão do hit disco I love to love you, de Tina Charles – essa versão tocou na única rádio do país dela e abriu espaço para o disco. Bjork teve tiragem limitada em LP e K7 na época (dizem que chegou a ganhar disco de platina na Islândia, que tinha mercado fonográfico pequeno e direcionado), e virou raridade. De acordo com o site Discogs, o disco foi reeditado em formato pirata uma porrada de vezes, mas nunca mais saiu oficialmente.

Aliás, olha aí a pequena Bjork lendo um conto de Natal na TV da Islândia em 1976.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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