Cultura Pop
O EP solo “espacial” de Brian May, com Eddie Van Halen na guitarra

Back to the light, álbum de 1992, foi o primeiro disco solo de Brian May, guitarrista do Queen, certo? Bom, foi o primeiro álbum, mas quase dez anos antes, o músico estreou com um disco nada convencional. Foi o EP Star Fleet Project, creditado a Brian May + Friends, e lançado em 31 de outubro de 1983. E que tinha participação de ninguém menos que Eddie Van Halen, do Van Halen (creditado como Edward Van Halen).

May teve a ideia quando seu filho Jimmy chamou sua atenção para o seriado japonês X bomber, que na Inglaterra recebia o nome de Star Fleet. Brian adorou a música tema, feita por um cara chamado Paul Bliss,. Tudo isso numa época em que desenhos e séries japonesas faziam MUITO sucesso no mundo inteiro (quem era criança no começo dos anos 1980 se recorda do sucesso de produções como Patrulha estelar, Spectreman e até do dramalhão Marco).
Depois de conhecer o desenho e de imaginar a releitura, aproveitou umas férias do Queen, e decidiu fazer uma releitura. Para isso, convocou vários amigos que também estavam de bobeira: além de Eddie, tinha o baterista Alan Gratzer (do REO Speedwagon), Phil Chen (baixista que tocou com Jeff Beck e Rod Stewart) e Fred Mandel (tecladista de Alice Cooper e também músico de turnê do Queen). O material inicialmente foi feito só por diversão e não havia nada planejado (nem mesmo a EMI, gravadora da banda, estava na história).
May não contactou Bliss a tempo do disco sair e resolveu lançar o EP mesmo assim. Teve só o cuidado de mandar um cópia e uma carta de agradecimento depois – aparentemente o autor não se incomodou. Aliás, chegou a sair um clipe interestelar (!) da faixa, com direito a texto na abertura e no encerramento rolando como a abertura de Star Wars. Olha aí.
Star Fleet Project na real era quase um LP curtinho: 28 minutos de duração, o que o colocava mais na mesma categoria daqueles discos que foram lançados pela EMI brasileira nos anos 1980 como Mini-LPs. Afinal tinha até um blues de doze minutos ocupando todo o lado B, Blues breaker (dedicated to EC), composto por May e todos os “friends” do disco. O EC do título era o hoje negacionista de plantão Eric Clapton. No lado A, tinha também um canção antiga de May, Let me out.
Em 1992, Brian May tocou solo no Imperator, no Rio. E ele tocou Let me out. Por acaso, Star Fleet Project saiu no Brasil.
Via Queen Vault.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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