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Cultura Pop

ZZ Top: ao vivo em 1972

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ZZ Top: ao vivo em 1972

O guitarrista do Lynyrd Skynyrd, Rickey Medlocke, afirmou num post de Instagram que vem à América do Sul em outubro, acompanhado de ZZ Top e Deep Purple. Até o momento, nada de concreto a respeito de shows dos grupos no Brasil.

O que os fãs do ZZ Top podem fazer é comemorar muito os 45 anos de “Rio Grande mud”, segundo disco da banda, lançado em 4 de abril de 1972. É o disco que tem o hit “Francine” (que hoje daria uma baita merda, por ser uma canção de amor feita para uma adolescente de 13 anos), “Ko ko blue”, “Chevrolet” e outras faixas básicas.

Se você se acostumou a ver os texanos do ZZ Top como aqueles caras barbudos e engraçados que volta e meia apareciam na MTV (isso se você via a estação nos anos 1990), em 1972 eles tinham barbas menores e aparência de caminhoneiros que, ao largar os volantes, tocavam por diversão numa banda de rock. E não eram uma banda de sucesso: “Rio Grande mud” não alcançou grande público e foi um passo para que a banda lançasse em 1973 aquele que é tido como seu primeiro grande hit, “Tres hombres” (e as barbas só surgiriam após um hiato de três anos, depois do qual o grupo lançou “Degüello”, em 1979).

Quem é muito fã do ZZ Top encontra no YouTube duas gravações piratas do grupo em 1972 – nenhuma da duas com som bom. Uma delas é do meio da turnê de “Rio Grande mud” e foi feita em Tulsa, em 25 de agosto. São trinta e poucos minutos do show do grupo, com improvisos em torno de “Rattlesnake shake” (Fleetwood Mac), uma releitura de “Brown sugar”, dos Rolling Stones e o hit “Francine”, entre outras.

Isso aí são eles pouco antes do lançamento de “Rio Grande mud”, em 25 de fevereiro de 1972, no Texas.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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