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Cultura Pop

Space Waltz: glam rock na Nova Zelândia

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Space Waltz: glam rock na Nova Zelândia

A chegada do glam rock no cenário foi traduzida e retraduzida em vários países. No Brasil, claro, rolaram exemplos. Mas e na… Nova Zelândia? Bom, David Bowie, T. Rex e Roxy Music (este, mais ainda que todos os outros) foram traduzidos por lá na figura do Space Waltz, banda liderada por um músico chamado Alastair Riddell. O grupo foi revelado por um festival em 1974, gravou dois singles e um LP entre 1974 e 1975 e… sumiu. Deixou vestígios na figura do vocalista, que gravou solo.

O maior hit da banda é essa música aí de cima, Out on the street, lançado em single pela EMI local em 1974. Isso foi primeiro lugar na Nova Zelândia e gerou uma turnê monstra pra banda. Só não gerou grana nem mais lançamentos. A gravadora não financiou a tour, o grupo precisou se endividar para custear o giro… O Space Waltz chegou a passar um tempo na Austrália, mas a coisa não deu muito certo.

O LP único do Space Waltz saiu em CD pelo selo RPM em 2005, mas esgotou rápido. Se você ficou curioso para ouvir a banda, alguém jogou todas as faixas no YouTube.

“Tem algo deles no Spotify?”. Aí você já tá querendo demais. Só tem Fraulein love, single deles lançado em 1975.

Com o fim do Space Waltz, Alastair tosou a cabeleira e virou um músico com visual punk – além de cineasta. E passou a gravar solo. Olha ele arrasando no synth pop local em 1981, com Zero.

Isso é Do you read me, hit de 1982.

E o primeiro single solo dele, de 1977 – Wonder ones, numa onda que lembra glam rock e Paul McCartney.

Esse aí é o trailer de West of Eden, filme dirigido por Alastair (e roteirizado por sua mulher, Vanessa). Estreou ano passado na Nova Zelândia.

E isso aí são imagens de uma reunião da formação original do Space Waltz em 2016, gravando material para um disco novo (do qual não se tem notícias).

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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