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Cultura Pop

Rouge: a Sony Music vai relançar tudo delas

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Rouge: a Sony Music vai relançar tudo delas

O Rouge, como é público e notório, voltou – aliás, o Br’Oz também. E por coincidência os dois grupos surgiram juntos na versão brasileira do PopStars, exibida pelo SBT em 2003. Mas o que interessa é que você pediu e os discos do grupo feminino estão sendo relançados pela Sony Music. Olha Aline Wirley, Karin Hils, Fantine Thó, Li Martins e Lu Andrade assinando o contrato pro relançamento aí.

Os álbuns chegam a todas as plataformas de streaming nesta sexta (1), e são Rouge (2002, com o hit Ragatanga), C’est la vie (2003, com o hit Brilha la luna), Blá blá blá (2004) e Mil e uma noites (2005).

“Seguindo o aguardado retorno da banda feminina brasileira de maior sucesso dos anos 2000, a Sony Music vai lançar os quatro álbuns do Rouge nesta sexta-feira, 1º de dezembro, em todas as plataformas de música digital. Os fãs vão poder escutar em todos os serviços de streaming e download as músicas que estouraram nas vozes de Aline Wirley, Karin Hils, Fantine Thó, Li Martins e Lu Andrade. A banda anunciou a novidade durante uma live na página oficial da Sony Music no Facebook, direto do escritório da gravadora, onde as integrantes assinaram novo contrato.
Formado em 2002, o Rouge lançou quatro álbuns que marcaram uma geração. O primeiro, de 2002, que leva o nome da banda e apresentou os hits Ragatanga, Popstar, Não dá pra resistir e Beijo molhado, recebeu certificação de platina dupla. No ano seguinte, o quinteto lançou C´est la vie, que alcançou a certificação de platina e trouxe os sucessos Brilha la luna, Um anjo veio me falar, a faixa título C´est la vie, entre outros. Em 2004, com o álbum Blá blá blá, o Rouge recebeu certificação de ouro e no ano seguinte, com Mil e uma noites, a banda relançou sucessos dos álbuns anteriores (do release da gravadora)“.

Aliás, em outubro, a ex-presidente Dilma Rousseff escreveu no Twitter a seguinte mensagem, e demorou um tempão para concluí-la. E uns fãs decidiram completar a lista de Dilma escrevendo que faltava “Rouge no Spotify”. Não falta mais.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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