Cultura Pop
Rolou aniversário da série animada dos Beatles

Os desenhos animados dos Beatles fizeram aniversário faz poucos dias. No dia 25 de setembro de 1965, uma manhã de sábado, os fãs crianças (e norte-americanos) da banda viram pela primeira vez a série de TV The Beatles, exibida pela ABC. A série fez sucesso, atravessou um pouquinho a fase psicodélica do grupo (a produção de novos episódios terminou em 21 de outubro de 1967) e depois ainda ganhou uma “quarta temporada” só de reprises, que durou até 1969.
Se você nunca assistiu à série (ela já foi exibida algumas vezes, até mesmo na MTV) dá para assistir a alguns episódios no YouTube. Cada episódio tem o nome de uma música da banda, os roteiros fazem referências às letras do grupo e rola sempre um sing along de alguma música do repertório do grupo (no primeiro episódio, rola isso com Not a second time e Devil in her heart).
Os Beatles, vale dizer, não tiveram participação na série além do fato de terem cedido suas imagens e nomes. O ator americano Paul Frees (a voz de Boris Badenov em The Rocky and Bullwinkle Show) fez as vozes de John e George. Já Lance Percival (cantor e ator britânico que gravou discos na Parlophone na fase de novelty records da gravadora) fez as vozes de Paul e Ringo.
Aliás, o que falaram na época do lançamento era que os Beatles não tinha gostado nem um pouco da série quando ela foi feita. Bom, em 1999, George Harrison afirmou que sempre tinha gostado dos desenhos. “Eles eram tão ruins ou bobos que eram bons, se é que você me entende. E acho que a passagem do tempo pode torná-los mais divertidos agora”, afirmou.
Al Brodax, da King Features, que produziria o desenho Yellow submarine, era o cabeça por trás da série. Aliás, tudo aconteceu porque um executivo da ABC o abordou com a ideia de fazer um desenho dos Beatles. O financiamento partiu do bolso do fabricante de brinquedos AC Gilmer. A produção misturava países: Frees gravou suas vozes nos EUA, enquanto Lance Percival gravou as vozes de Paul e Ringo na Inglaterra. A maior parte da animação foi realizada por uma empresa australiana, a Astransa.
O trabalho todo foi feito rapidamente, alguns animadores falaram que a produção foi bastante descomplicada, e os cartoons da banda fizeram sucesso. Mas logo logo a ABC mudaria toda sua programação e tiraria a série dos Beatles do ar (alegando que as crianças se cansavam rápido dos desenhos).
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Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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