Cultura Pop
Rip Rig + Panic: o passado punk de Neneh Cherry

Vídeos do Rip Rig + Panic, banda de pós-punk e no wave que Neneh Cherry teve antes da fama já entraram e saíram do YouTube. Um deles é esse vídeo do grupo, gravado em Tókio em 1983, no qual o pai da cantora, o trompetista Don Cherry, sobe no palco com eles e toca diversos tipos de percussão. Já esteve no site de vídeos algumas vezes e voltou ano passado – se curtir o som, pegue logo de lá.
Se você não sabia desse histórico de Neneh Cherry com o punk rock, ela volta e meia fala desse seu passado em entrevistas. Em 2012, ao tocar no Festival de Montreux, deu uma entrevista em que definia seu som da época como punk jazz, e disse que muito do que estava fazendo lhe lembrava a energia do Rip Rig. Uma banda que, de fato, fazia parte de uma turma que já chegou no mercado disposta a contestar a caretice do próprio punk. Era aquela galera que volta e meia ganha adjetivos como new wave, no-wave, avant-funk etc.
Para se ter uma ideia, o grupo foi fundado por dois músicos (o baterista Bruce Smith e o guitarrista e saxofonista Gareth Sage) que vinham do Pop Group. Era o grupo desse disco aí, Y, lançado em 1979.
Apesar do nome da banda, não se tratava de um som dos mais palatáveis para quem curtia sons fáceis: os caras misturavam punk, reggae, dub, letras políticas e free jazz. Um outro ex-Pop Group entrou depois, o pianista Mark Springer. E depois entrou Neneh Cherry. O grupo gravou três discos, God (1981), I am cold (1982) e Attitude (1983). E mais um outro com nome mudado para Float Up CP, Kill me in the morning (1985).
Olha eles aí numa sessão no programa do saudoso John Peel. Repertório: Symphony in Dave’s flat, A grand grin and a shaky smile please Mr Barman e Pullover no sox.
Olha eles aí fazendo a maior bagunça na sitcom britânica The young ones, em 1982, tocando o single You’re my kind of climate.
E se você viu os vídeos acima com atenção, reparou que havia outra cantora na banda além de Neneh. Era Andrea Oliver, amiga de infância da frontwoman do Rip Rig. Andi, como é mais conhecida, cantou em outras bandas, mas acabou indo para outros caminhos: virou apresentadora de TV e rádio, e chef de cozinha. Em 2007, ela e Neneh apresentaram um programa de cozinha chamado Neneh and Andi dish it up na BBC 2.
Pauta roubada do nosso amigo Felipe Fela Montparnasse
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.


































