Cultura Pop
Relax: Frankie Goes To Hollywood, Lemmy Kilmister e uma stripper na TV


Assim que o single de Relax, do Frankie Goes to Hollywood, foi lançado, em 1983, a BBC ficou indignadíssima com o conteúdo da letra – que claramente falava sobre sexo e orgias, embora a banda negasse. Em 11 de janeiro de 1983, um DJ da Radio 1, Mike Read, reclamou ao vivo da música. E censurou – literalmente – a canção, dizendo que não a tocaria mais. A capa do compacto, que você viu acima, já dizia tudo.
O clipe original, essa pequena putaria sadomasô aí, foi imediatamente banido.
A banda teve que fazer às pressas outro clipe – e sob o comando da dupla Kevin Godley e Lol Creme, músicos que vinham do 10cc e estavam se tornando os maiores clipeiros dos anos 1980. É a chamada “laser version”, que você vê abaixo. Pouco depois desse clipe, a BBC prestou atenção à letra da canção e vetou a música. Nenhum dos dois vídeos passou lá. Quando a música chegou em primeiro lugar no Top of the pops, exibido pela BBC na TV, a emissora pôs uma foto do grupo no ar, anunciou o vencedor e… cortou para outra canção.
Banidos da BBC (em tese: John Peel, respeitadíssimo na emissora, peitava os caciques e tocava a música de madrugada), restou aos rapazes do Frankie Goes To Hollywood lançar Relax na Alemanha, no Musikladen, espécie de Top of the pops local. Sei lá se a estação decidiu cortar as referências gays da música, ou achou que a saliência da letra merecia um “entendeu ou quer que eu desenhe?”. Mas alguém achou que seria uma excelente ideia botar uma stripper quase pelada para posar no cenário e fazer cenas quentes com o cantor Holly Johnson. Olha aí.
Lá pelos 3:09 aparece um sujeito parecido com Lemmy Kilmister, do Motörhead.

Isso sim é que é rolé aleatório: era o próprio. Quando você acha que nada pode ficar mais maluco, o músico surge no palco tocando guitarra e fazendo passo de pato igual a Chuck Berry. E rouba a stripper da banda. Veja direto abaixo.
Com informações da Reprobate Magazine
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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