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Cultura Pop

Quando juntaram Nick Carter (Backstreet Boys) e seus irmãos num reality

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Quando juntaram Nick Carter (Backstreet Boys) e seus irmãos num reality

Reality shows com premissas estranhas, bizarras ou deslavadamente falsas sempre existiram – até porque sempre vai rolar aquele momento em que a enganação faz parte do jogo (e, sim, estamos repetindo uma introdução de um texto publicado há alguns dias aqui mesmo no Pop Fantasma). Agora imagina quando brigas e problemas familiares de uma família notadamente disfuncional são considerados entretenimento. E figuram num reality show – que acabou durando apenas uma temporada.

Foi o que aconteceu quando o canal E!, entre outubro e novembro de 2006, levou ao ar House of Carters, uma mescla de psicodrama + reality + circo de loucos com a família de Nick Carter, integrante dos Backstreet Boys. A banda estava gravando um disco novo, que se chamaria Unbreakable  (e sairia em 2007). O futuro lançamento dos BSB era coadjuvante ali, com direito a imagens da pré-produção surgindo no reality. Mas o principal era que Carter, o caçula dos Backstreet Boys, se reuniria no reality com os manos Aaron (o cantor Aaron Carter, aquele mesmo que se apresentou no Rock In Rio em 2001), Angel, Leslie e Bobbie Jean (B.J.).

Visto hoje, o plot do reality é abilolado e meio cruel – e não só pelo fato de Aaron ter morrido, após vários anos de abusos, em novembro de 2022. A família de Nick já era disfuncional havia tempos, com seus pais brigando e de quando em quando, agindo com violência uns com os outros. A infância e o começo da adolescência de Nick pareciam um adaptação muito livre da letra de People who died, da The Jim Carroll Band, com amigos vida-loka presos e/ou mortos. Até reaparecerem no programa, os irmãos mal conviviam e, pelo contrato assinado com a produção do reality, iriam morar na mesma casa.

“Acho que as pessoas lá fora no mundo e talvez na América passaram por infâncias problemáticas e disfuncionais. E talvez haja algo neste programa com o qual todos possam se conectar”, afirmou Nick com sinceridade na coletiva de lançamento do programa, que mostrava uma família que estava bem longe de ser uma turma mais ou menos unida como os Kardashian os ou Gil: os quatro discutiam por bobagens, tinham suas feridas e roupas sujíssimas expostas e a produção – como costumava acontecer nos realities do canal – seguiam o fluxo do “quem tem limite é município”. Por acaso, o próprio Aaron era produtor do programa.

Se você ficou curioso (a), os oito únicos episódios do reality estão no Youtube. Olha aí (legendas em inglês).

O reality já começa com cheiro de encrenca: irmãos com temperamentos explosivos, objetivos MUITO diferentes e clima de infantilidade no ar. Uma das irmãs já invade a cozinha em busca de um espumante, a outra irmã é definida como “uma pessoa que quando fica irritada não vê mais nada na frente dela”. Logo ao chegar, Aaron arrisca-se pulando na piscina de uma plataforma localizada numa altura considerável (e perigosa). Nick é acompanhado de perto pelo empresário e não parece estar em condições de botar muita ordem naquilo. Só conferindo.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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