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Cultura Pop

Quando fizeram um game em homenagem a Charlie Chaplin

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Quando fizeram um game em homenagem a Charlie Chaplin

Em 1988, uma junção das empresas U.S. Gold e Canvas Software pôs nas lojas o jogo Starring Charlie Chaplin. Uma ideia que, vá lá, parecia interessante. Em plena era malfadada das colorações de filmes em preto e branco, as duas empresas divulgavam a obra do criador de Carlitos para o público jovem (cof cof) por intermédio de um jogo que, pretensamente, dava uma visão educativa sobre cinema.

Quando fizeram um game em homenagem a Charlie Chaplin

No jogo, a pessoa precisa assumir todas as facetas de Chaplin: diretor, produtor independente e ator. Aliás, o trabalho do jogador é escolher novos projetos de filmes que possam dar lucro e, em seguida, usar esse dinheiro para financiar as próximas produções.

O site Obscuritory, especializado em games antigos, recorda que, no jogo você analisa roteiros de filmes que Chaplin realmente fez (como Luzes da cidade). Mas também filmes que nunca existiram. Também gerencia as finanças do estúdio e, como Chaplin, vai para a frente da tela.

>> Veja também no POP FANTASMA: Candy: quando Marlon Brando interpretou um guru hippie safadinho

Só que vai aí a pergunta: isso era jogável? O site do livro Games That Weren’t, de Frank Gasking (que documenta “jogos não lançados, cancelados e protótipos”), achou uma resenha que diz que o jogo era “uma boa ideia, mas sem ação”. Um outro texto noticia que poderia haver jogos com outros grandes nomes “idos” do cinema, num efeito meio Astros & Estrelas (aquela revista antiga da Abril, lembra?), só que no mundo dos games. Primeiramente, Marilyn Monroe e James Dean estavam entre os citados. Mas não havia planos para nada envolvendo os dois.

O Obscuritory conta que não havia um método para o jogador seguir. Aliás, tudo acontecia mais ou menos como na vida real: um projeto que parece ótimo pode ser atirado à lixeira em segundos. Aparentemente, entender o que sairia da cabeça do “analisador” do jogo era tão emocionante quanto prever o que sairia do nariz ou do bumbum de um neném.

>> Veja também no POP FANTASMA: Quando Sean Connery gravou (e zoou) os Beatles

“Tentei jogar Charlie Chaplin várias vezes e nunca tive um público para meus filmes. Os requisitos para um filme de sucesso são tão vagos que não consegui segui-los, mesmo depois de me familiarizar com o jogo. Devo chutar mais pessoas ou beijar mais pessoas? Nada parecia funcionar, e eu tinha a garantia de perder dinheiro com cada filme e ir à falência”, afirmaram lá.

Se você quiser ter uma ideia do que te aguarda no jogo, tem um vídeo de sete minutos no YouTube.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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