Cultura Pop
Quando deu m… no Led Zeppelin

Lembra do clássico Physical graffiti, do Led Zeppelin, do qual falamos em nossa seção de “várias coisas que você já sabia sobre…” em 28 de fevereiro do ano passado (opa, faz um ano amanhã)? Pouco antes do disco duplo do Led, lançado em 1975, chegar às lojas, começou a acontecer um monte de cagadas com a banda.
Dois anos antes do disco, no meio da tour de Houses of the holy (1973), o Led Zeppelin estava bastante abalado. Depois de uma minitemporada de três dias no Madison Square Garden, em Nova York, em julho (que deu origem ao filme e LP duplo The song remains the same, de 1976), sumiram 200 mil dólares do hotel em que a banda estava hospedada.
O cara quieto do Led, o baixista John Paul Jones, sentiu bastante o baque da turnê tensa de Houses, a ponto de pedir para sair. John, casado e com filhos, estava meio puto com o desregramento da banda no que dizia respeito a groupies e drogas. Peter Grant, empresário do grupo, manteve o baixista após decretar que as turnês seriam avisadas com mais antecedência e não pegariam a época de férias escolares.
Jones, por sinal, chegou nessa época a fazer participações em discos da estrela do glam rock Jobriath e da cantora Madeline Bell – com ela, chegou a aparecer na TV. Teve coisa pior: Robert Plant pensou em dar uma de Rod Stewart e fazer carreira solo paralela. Teve que ser delicadamente convencido a não fazer isso por Peter Grant, que estava negociando grana com a Atlantic, gravadora da banda, e não podia nem pensar na hipótese de a empresa desconfiar que a banda poderia fazer água.
O único integrante do Led que fez coisas sozinho nessa época foi justamente Jimmy Page que, você deve saber, passou anos trabalhando na trilha de Lucifer rising, filme de Kenneth Anger (já até falamos disso algumas vezes). O diretor queria 40 minutos de música e o guitarrista do Led entregou só vinte. O dois brigaram e Anger já declarou publicamente que jogou uma praga no músico. Muitos anos depois, Page lançou sua trilha do filme em disco.
A temporada de “várias coisas que você sabia sobre…” recomeça semana que vem. Por enquanto você ouve Physical graffiti aí.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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