Cultura Pop
Peter Tosh: vítima de um onze de setembro

Não foi só o ataque às torres gêmeas que deu seu ar de desgraça ao 11 de setembro. Há trinta anos, no mesmo dia, os fãs de reggae choravam muito a morte de Peter Tosh. Maior ameaça ao trono de Bob Marley – com quem iniciou a carreira nos Wailers e com quem compôs o hino Get up, stand up – e conhecido pelo estilo “deixa que eu chuto”, que o colocou em várias encrencas, Tosh foi morto por três caras que invadiram sua casa, supostamente atrás de grana. Sua viúva nunca se convenceu muito de que o objetivo ali era conseguir dinheiro e viu isso como desculpa para assassinar Tosh e quem estivesse na casa.
É o que ela fala nessa reportagem (com legendas automáticas) do Jamaica Broadcasting Channel, que foi ao ar em 1987, pouco depois de Tosh morrer, e que tenta dar uma organizada em tudo o que aconteceu na casa de Tosh naquela noite. Além das pessoas que estavam no local, quem dá depoimento é o então primeiro ministro do país, Edward Seaga.
https://www.youtube.com/watch?v=wEfjQYGkVAc&t
Para se especializar de vez em Peter Tosh, tem o filme acima, Stepping razor – Red X, do cineasta canadense Nicholas Campbell, e que se baseia numa série de áudio-diários deixados por Tosh. Foi feito em 1989, chegou a ser lançado em DVD e tá inteiro no YouTube – infelizmente sem legendas.
E isso aí é Peter Tosh felizão da vida numa aparição especial na novela global Água viva, em que ele é apresentado por Tonia Carrero como “um amigo” e canta hits como Bush doctor numa festa.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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