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Cultura Pop

Mac Tonight: troque seu jantar por um Big Mac

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Mac Tonight: troque seu jantar por um Big Mac

Deve ter – só imaginamos – uma leva de crianças nascidas nos Estados Unidos nos anos 1980 que ficou levemente traumatizada por causa dessa série de comerciais do McDonald’s que marcava uma novidade para a rede de lanchonetes. Numa campanha exclusiva para os franqueados da Califórnia, a empresa passava a valorizar bastante o serviço noturno, pós 18h – enfim, era para fazer o consumidor americano trocar o jantar por um Big Mac. Para isso, a agência Davis, Johnson, Mogul & Colombatto, teve a grande ideia: botou um personagem cool, com cabeça de meia-lua, tocando piano e cantando uma versão mcdonaldizada do clássico Mack the knife, composto originalmente em 1928 por Kurt Weill e Bertolt Brecht para a Ópera dos três vinténs e popularizado em 1959 pelo cantor Bobby Darin. O nome da campanha? Mac Tonight (soa como Mack the knife, que legal).

Uma pessoa reuniu todos os comerciais, que fizeram certo sucesso lá por 1986, num vídeo do YouTube.

Na época, rolou um boatinho de que o cantor do jingle era Sammy Davis Jr. Não era. O cantor era o ator americano Doug Jones, que fez os comerciais por três anos. Os primeiros comerciais foram exibidos em 1986, e depois do Natal daquele ano, a ideia vazou para outros estados americanos. No começo, deu certo a ponto de restaurantes do McDonald’s botarem funcionários com cabeças-de-lua feitas em fibra de vidro. Em 21 de agosto de 1987, o Mac Tonight foi em pessoa a um McDonald’s de Boca Ratón, na Flórida. Tocou piano, cantou e dançou.

A magia do Mac Tonight deu certo até os herdeiros de Bobby Darin, em 1989, acordarem para o fato de que o personagem era basicamente uma imitação do cantor (que havia morrido em 1973) e resolverem processar o McDonald’s por se apropriar do estilo dele sem autorização. Alegavam direitos de imagem e pediam mais de US$ 10 milhões em danos. A música sumiu e a empresa deu um tempo nos comerciais. Só nos anos 1990 o McDonald’s voltou com o Mac Tonight em alguns eventos.

Tem gente que lembra bem do MacTonight. O cantor e produtor de música eletrônica Saint Pepsi usou um trechinho de uma propaganda antiga no vídeo de Enjoy yourself.

Os Simpsons zoaram o personagem num episódio.

Tem também um personagem ligado aos supremacistas brancos norte-americanos chamado Moon Man, que é uma perversão bizarra (e escrota) do MacTonight. Sobre isso, você lê (por sua conta e risco, e em inglês) aqui.

Via Mental Floss.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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