Cultura Pop
Super Furry Animals homenageiam a aprazível região galesa de Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch

Íamos morrer sem saber dessa. A banda galesa Super Furry Animals fez sua homenagem à aprazível localidade de Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch, no Norte do País de Gales, da qual falamos outro dia aqui no POP FANTASMA. O grupo lançou em 1995 um EPzinho chamado Llanfairpwllgwngyllgogerychwyndrobwllantysiliogogogochynygofod (In space).
O disco teve duas versões de capa e há pouca informação sobre ele circulando. Olha as duas capas, a contracapa e o selinho do disco aí.

O disco tem só quatro faixas com títulos em galês, e cada uma mais maluca do que a outra. Olha aí Blerwytirhwng (algo como “você está entre o quê?”).
Essa é Organ yn dy geg (algo como “órgão na sua boca”).
Pega aí Crys ti.
E Fix idris, uma espécie de Beach Boys do espaço.
Jogaram o disco inteiro numa playlist, na ordem e na íntegra.
Llanfairpwllgwngyllgogerychwyndrobwllantysiliogogogochynygofod (In space) foi o primeiro EP do SFA e também o primeiro de uma dupla de EPs que lançaram em 1995 (o outro foi Moog droog) pelo selo Ankst. Naquele mesmo ano, foram contratados pela Creation e aí é que a discografia deles começou de verdade.
A banda, após o primeiro EP, também largou o galês e passou a cantar em inglês – coisa que passou despercebida para muita gente, porque o sotaque deles ao cantar na nova língua ainda era fortíssimo. Olha eles aí, com God! Show me magic, naquele mesmo ano.
Pega aí Organ yn dy geg ao vivo em 1996.
(e quem nos informou desse EP foi nosso amigo José Flávio Junior)
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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