Cultura Pop
Instale uma (er) lareira em vídeo na sua casa

Tá muito calor no Brasil nesse mês de fevereiro e vai piorar. Mas imagina só que legal essa invenção inusitada aquecendo você no seu inverno. Um produtor de vídeo chamado Steve Siporin, dono de uma empresa chamada Video Naturals Co, teve uma ideia genial e decidiu lançar um vídeo (ainda em VHS) que exibia durante uma hora a imagem de uma LAREIRA.
Sim: a empresa mandou filmar uma lareira e gravou todos os ruídos da lenha crepitando, do fogo, etc. Alguém deve ter achado que os barulhos eram super relaxantes e que o vídeo da lareira faria a felicidade de quem não podia ter uma em casa, ou de quem morava num apartamento – mas pelo menos tinha grana para comprar um aparelho de vídeo cassete, que não era das coisas mais baratas nos anos 1980.

A capa da fitinha, Video fireplace, é essa aí de cima. E não apenas você ainda encontra exemplares à venda na Amazon.com, como também alguém com muito tempo livre pegou o vídeo e JOGOU NO YOUTUBE. Aproveite o calor para sofrer.
Diz o link do Amazon.com que a fitinha da lareira saiu em 15 de outubro de 1982. Aliás, lá rolam outras informações sobre o lançamento. O próprio Steve (o link diz “o diretor”) escreveu lá que a ideia do negócio era “nada de lenha para carregar ou de cinzas para limpar”, contou, explicando que surgiu um gênero (“chaminé em vídeo”) desse filme.
“Na verdade, embora eu seja um membro do Directors Guild of America, este não era um trabalho de ‘direção’, mas realmente um trabalho de ‘produção’. Encontrar a lareira de tijolos certa. E, claro, carregar a lareira com quinze toras para que o fogo queimasse”, escreveu. “Se a imitação é a melhor forma de elogio, fico lisonjeado com o fato de tantos outros empresários terem comercializado suas versões de uma ‘lareira em vídeo’, mas nossa ‘lareira com vídeo’ foi e é a primeira!”
A ideia surgiu para o diretor quando foi a uma festa num apartamento quarto-e-sala de Nova York – lógico que não havia lareira nenhuma lá. O dono da casa apresentou a Siporin o videocassete (era o primeiro que ele via na casa de alguém), e o diretor brincou que ele poderia ter um VHS de lareira para todo mundo poder beber em volta da tela. E não é que ele tinha? Sim, o dono da casa tinha gravado a imagem de uma lareira no Natal anterior, direto de um programa de TV.
“Imediatamente pensei que se eu pudesse fazer fogo eu poderia fazer água e o Video Aquarium também nasceu. Tudo isso aconteceu em 1980. E tem sido divertido desde então”, contou. Sim: depois do sucesso do Video fireplace, a turma de Siporin mandou filmar o dia a dia molhado de um aquário (!) e lançou em vídeo. A propaganda do Video aquarium aparece no final do vídeo acima, dando aquela resfrescada.
Aliás, a lareira em VHS andou aparecendo como, er, efeito sarcástico em alguns filmes, como O pentelho (estrelado por Jim Carrey) e Rapaz solitário (com Steve Martin). E como pano de fundo em programas de entrevistas.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.


































