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Cultura Pop

Kathy Joe Daylor e Christopher Lee: a bruxinha e o vampirão soltando a voz

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Kathy Joe Daylor e Christopher Lee: a bruxinha e o vampirão soltando a voz

Não se sinta inferiorizado se você nunca ouviu falar de Kathy Joe Daylor. A cantora alemã foi uma aposta do selo Jupiter Records no fim dos anos 1980 e gravou, naquela época, bem pouco: só um LP e mais uns singles. Breakaway, o primeiro LP inteiro, saiu em 1990 e estourou, localmente, músicas como With every beat of my heart.

É essa música aí embaixo, um popzinho que lembra Madonna no começo, e cuja introdução lembra não muito vagamente The final countdown, do Europe.

A estreia de Kathy em disco, no entanto, se deu com um single que trazia um convidado super especial. Ninguém menos que Christopher Lee, ator ligado ao universo dos filmes de terror e que, bem depois dessa aventura pop, encontraria terreno seguro nos lançamentos de heavy metal progressivo. Enfim, Lee participou de seu compacto Little witch, aposta da Jupiter para 1989.

Olha aí a versão de longa duração da faixa, num clima meio ~gótico~ que os singles posteriores de Kathy Joe Daylor não deixariam transparecer.

Ih, rapaz, Christopher Lee foi até divulgar a canção com Kathy na TV alemã. Olha aí o vampirão e a bruxinha (cujo visual lembrava uma Stevie Nicks mais new-wavizada).

Kathy continou cantando. Só que, um tempo depois, largou o pop e virou cantora de musicais. Hoje ela usa o nome Katharine Mehrling e o repertório dela é esse aí do vídeo abaixo. Por sinal, aqui tem uma entrevista recente com ela, na qual ela lembra o começo da carreira e a época em que surgiu no festival Eurovision. Aliás, nem o single com Christopher nem a época de musa adolescente surgem na conversa.

Veja também no POP FANTASMA:
Vincent Price num disco que ensina você a fazer pacto com o diabo
Poor devil: a sitcom satanista de Sammy Davis Jr.
Alan Whicker: um doc sobre porque é que todo mundo gosta de terror
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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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