Connect with us

Cultura Pop

Aquela vez em que Jimmy Cliff gravou um disco produzido pelo vocalista do Rancid

Published

on

Aquela vez em que Jimmy Cliff gravou um disco produzido pelo vocalista do Rancid

Veterano a ponto de ser um astro, a seu modo, da era dos festivais no Brasil (esteve aqui representando a Jamaica em 1968 no III Festival Internacional da Canção, transmitido pela Rede Globo), Jimmy Cliff rompeu há oito anos o silêncio de mais oito anos sem lançar discos. E lançou um álbum bem diferente em sua carreira. Rebirth saiu em julho de 2012 e mostrou a seus fãs uma parceria que ninguém imaginava que fosse acontecer: a de Cliff com Tim Armstrong, vocalista, guitarrista e compositor da banda punk norte-americana Rancid.

O Rancid existe desde 1991 e lançou seu disco mais recente, Trouble maker, em 2017. Na década de 1990, ganhou fama de “Clash da nova geração”, por conta de um som BASTANTE inspirado na banda – até pela dupla de guitarras e vozes de Tim com seu parceiro Lars Frederiksen, com quem compunha todo o repertório. A diferença é que o som do Rancid era mais pesado que o do Clash e, muitas vezes, mais chegado ao hardcore. Olha aí Roots radical.

E Time bomb.

Se você conhece essas duas músicas, é porque ouviu muito o disco … And out come the wolves, lançado em 1995 pela Epitaph, e que foi o maior sucesso da banda no Brasil. Foi o terceiro álbum do Rancid.

Pois bem, Jimmy e Tim se conheceram por amigos em comum e acabaram fazendo Rebirth juntos, com o segundo na produção, e o acompanhamento de uma banda chamada The Engine Room. A dupla se deu bem de cara, já que Cliff falou muito bem do novo parceiro numa entrevista para a Stereogum.

“O legal é que Tim conhecia pessoas do Clash, com quem eu me associei muito. Eu trabalhei em um disco com Joe Strummer pouco antes de ele morrer. Então, conhecíamos pessoas em comum e isso tornou tudo muito fácil no começo. Além disso, Tim é muito fácil de trabalhar. Ele é um cara muito criativo e tem sido muito bom – e muito fácil – trabalhar com ele”, afirmou o veterano artista do reggae. “Quando você pensa em pessoas como Joe Strummer, por exemplo, e pensa em rock … muitas pessoas tocaram em meus discos. Não é tão louco imaginar que eu estaria trabalhando com Tim”.

Rebirth acabou ganhando quatro parcerias entre Cliff e Armstrong: Cry no more, Children’s bread, Reggae music e Outsider.  Olha Cry no more aí.

Com Tim no comando, Cliff homenageou Joe Strummer e regravou Guns of Brixton, do Clash.

Pera, Cliff se animou até para regravar Ruby Soho, do Rancid.

Na época, a gravadora fez esse vídeo de dois minutos para divulgar o disco. Tim, quase sem palavras, diz que nunca tinha visto nada parecido e que saía faísca da sala de gravação.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Published

on

Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading
Advertisement